TSE PODE VETAR USO DO FUNDO PARTIDÁRIO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018

Ministra Rosa Weber

A notícia não poderia ser pior para partidos e candidatos às eleições de 2018: O Tribunal Superior Eleitoral deverá proibir o uso de recursos do Fundo Partidário na campanha eleitoral. São cerca de R$ 900 milhões que muitos partidos já vinham prometendo aos atuais deputados e senadores,para turbinar suas reeleições. Os partidos contam em seus orçamentos, com o Fundo Partidário,mais os recursos do Fundo Eleitoral. Já existe uma tendência da ministra Rosa Weber de decidir, em consulta feita ao tribunal pelo deputado Cícero Almeida (Podemos-AL,), que apenas o recém-criado Fundo Eleitoral poderá custear a disputa. O prazo da ministra é 5 de março.

DIFÍCIL A RENOVAÇÃO NA POLÍTICA

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Com esse cenário, é quase impossível surgirem nomes que renovem a política. Em uma eleição com doações limitadas, os atuais deputados e senadores levam imensa vantagem sobre novatos que pretendam ingressar na vida pública pelas Assembléias Legislativas e Câmara dos Deputados. Além da estrutura e verbas dos seus gabinetes, que garantem custeio de deslocamentos e diárias,os atuais parlamentares contam com contribuições dos partidos.

VAMOS PAGAR OS ROMBOS DE LULA E DILMA NO BNDES?

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Em 2018, teremos – todos nós,contribuintes brasileiros – de pagar a conta dos calotes de empréstimos autorizados pelos governos Lula e Dilma,a países de ditadores amigos. Já foi aprovada a liberação no orçamento, de R$ 124 milhões para ressarcir o BNDES pelo calote de US$ 22,4 milhões de um financiamento feito a Moçambique. Ainda em janeiro,o governo precisará aprovar no orçamento, um repasse de R$ 5 bilhões para o BNDES. Desta vez, será para tapar o buraco causado no BNDES pelo calote da Venezuela. Todos nós, contribuintes, vamos colaborar nessa vaquinha.

VAMOS MATAR A LEI KANDIR?

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A novela do ressarcimento da Lei Kandir, algo parecido como Papai Noel ou Coelhinho da Páscoa, está servindo pelo menos para realimentar a reeleição de alguns deputados com fuuroi ameaçado. Porém, já há quem defenda inclusive o fim da Lei Kandir, esquecendo que, sem esse instrumento de incentivo à exportação,o prejuízo do estado será ainda maior. Ninguém consegue exportar imposto. A Argentina tentou, e quebrou sua balança cambial.

CIRO CONTINUA?

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O PDT, entusiasmado com a competitividade de Jairo Jorge para a disputa ao governo do Estado, agora investe na formação de uma lista forte de candidatos à Câmara dos Deputados e Assembléia Legislativa. Um nome importante pra o partido,será o deputado estadual Ciro Simoni, que pretendia retirar-se da vida pública. O PDT quer vê-lo disputando mais uma eleição.