GOVERNO COCHILA E PERDE PRIMEIRO ROUND

Guerrero AL

A ausência de três deputados da base do governo em plenário – Sérgio Peres (PRB), Pedro Pereira (PSDB) e Ibsen Pinheiro (PMDB)- acabou encerrando prematuramente ontem, a primeira sessão do período de convocação extraordinária da Assembleia Legislativa para votar propostas ligadas à adesão ao Regime de Recuperação Fiscal. Na verificação de quórum solicitada pela oposição, a base do governo não conseguiu apresentar o mínimo de 28 deputados em plenário. Os deputados da oposição, embora presentes, não registraram presença. Hoje, o legislativo realiza nova sessão,de um total de três, convocadas pelo governo.

SARTORI REITERA QUE “O PLANO É ESTE”

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O governador José Ivo Sartori decepcionou ontem durante almoço com deputados da base, um pequeno grupo que esperava ouvir detalhes sobre um eventual “plano B” aos projetos de venda de estatais para oferta como garantia de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal. Sartori disse aos deputados, o que já dissera no encontro com jornalistas na véspera “não existe plano B. Existe esse projeto, que é o projeto do Rio Grande do Sul “.

ALIANÇA PSDB,PTB, PSB E PP

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Enquanto discutem a perspectiva de uma aliança para as eleições de 2018 onde despontam os nomes de Eduardo Leite, Ranolfo Vieira, Ana Amélia e Beto Albuquerque, os interlocutores destes partidos já projetam que sem a vigência do acordo de renegociação da dívida com a União, ficará difícil elaborar um plano de governo consistente. O acordo poderá significar 36 meses, renováveis por igual período, de isenção do pagamento de amortização mensal da dívida. Isso pode somar mais de R$ 20 bilhões de trégua nas finanças públicas. Qualquer que seja o governador eleito, iria usufruir do benefício.

ZIULKOSKI TERÁ OPOSIÇÃO NA CNM

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Promete ser diferente das anteriores, a eleição para a renovação da diretoria da poderosa Confederação Nacional de Municípios, comandada há duas décadas pelo gaúcho Paulo Ziulkoski. Prefeitos e ex-prefeitos, notadamente de estados do Sul, sudeste, Nordeste e norte, aparentemente cansaram do modo de gestão de Ziulkoski. Alguns dos líderes dessa oposição revelam à coluna que o grupo tem argumentos políticos,e também munição pesada que pretendem utilizar em março se for preciso, quando se realiza a eleição para o triênio 2018/2021. Na última eleição, concorrendo sem oposição, Paulo Ziulkoski venceu com 98.3% dos votos, 1.582 de um total de 1.608 votos apurados.