PADILHA DIZ QUE RS TEM DE FAZER A SUA PARTE NO ACORDO DA DÍVIDA

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As dificuldades surgidas para adesão do estado ao acordo de renegociação da dívida com a União, o chamado RRF (Regime de Recuperação Fiscal), depois que surgiram divergências em relação aos números da despesa com pessoal, fizeram do ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, uma figura chave para destravar a questão. Padilha porém, disse ao colunista que já está colaborando nessa negociação, mas que precisa de outros componentes pra robustecer sua articulação em Brasília.

O QUE DISSE ELISEU PADILHA

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O ministro foi bastante claro ao descrever a sua ajuda neste processo, e o que ainda precisa ser feito para fortalecer seus movimentos em Brasília: “Eu já entrei nessa questão, e agora o estado precisa fazer a sua parte. Tem uma base numérica e essa é impostergável. Essa – a divergência de números – precisa de uma resposta necessária do estado, de qualquer forma. O estado precisa mostrar ainda, uma unidade: a ajuda da bancada federal, ajuda do governador, da bancada estadual, das classes produtivas do Rio Grande do Sul, para demonstrar que esse não é um programa restrito ao governador.”

SEMANA DECISIVA PARA DÍVIDA DOS PRODUTORES

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A semana começa agitada na Câmara dos Deputados,em Brasília: o plenário pode votar, em sessão extraordinária marcada para as 16 horas, a medida provisória que permite o parcelamento de dívidas de produtores rurais (pessoas físicas, cooperativas e intermediários) com descontos (MP 793/17). A matéria perde a vigência nesta terça-feira e precisa ser votada ainda pelo Senado. Segundo o relatório, a entrada parcelada que os devedores deverão pagar para aderir ao parcelamento passa de 4% do valor da dívida consolidada para 2,5%. A alíquota da contribuição também é reduzida pela MP em 40%, de 2% para 1,2% incidentes sobre a receita bruta.

PETROBRÁS VAI VENDER FATIA DA REFINARIA DE CANOAS

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Após a venda de gasodutos e a abertura de capital da BR Distribuidora em busca de novos sócios, a Petrobras se dirige para o setor de refino, no qual detém 99% da produção de combustíveis como gasolina e diesel. O plano prevê a venda de participações acionárias em pelos menos seis das 14 refinarias em operação no Brasil. Na lista, consta a venda de participação na Refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas, mantendo no entanto o controle acionário.

O Blog de Flavio Pereira