Terreno doado à Igreja transforma-se em empreendimento de R$ 150 milhões em Torres

Um boa notícia no mundo dos negócios do litoral gaúcho. Um terreno no coração da cidade, originalmente doado em 1952 pela prefeitura de Torres à Mitra Diocesana de Osório permitiu que ali,  fosse agora construído o mais novo shopping do litoral Norte gerando negócios,e empregos.

A área,doada em 1952 à Sociedade São Domingos de Torres, destinava-se exclusivamente à construção de um Ginásio, sendo revertida ao município, caso fosse alterada a destinação.
Porém,um projeto do executivo, aprovado pela Câmara de Torres em 2014, na gestão da prefeita Nilvia Pereira (PT) alterou a exigência da destinação exclusiva,e permitiu a construção do empreendimento comercial, mediante compensações ao municipio. Com isso, abriu-se o caminho para o novo empreendimento,que vai gerar novos negócios na região.
As compensações pela alteração no destino do terreno, previam uma reforma no prédio administrativo da prefeitura, e em uma escola municipal em Torres. O empreendimento se chamará Vésta Shopping.
Com previsão de inauguração em 2021, além das operações de compras, o empreendimento terá duas torres, residencial e comercial. O Vésta tem um valor estimado de vendas em R$ 150 milhões.

Gilmar Mendes manda soltar Baldy, amigo de Dória e compadre de Rodrigo Maia, envolvido em desvios na Saúde.

O ministro do STF Gilmar Mendes mandou soltar na madrugada de sábado,  o secretário estadual dos Transportes do governo de João Dória em São Paulo, Alexandre Baldy. Gilmar contrariou decisões do juiz federal Marcelo Bretas e do próprio TRF2 do Rio. Baldy é compadre e amigo pessoal do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que criticou a prisão. Baldy   foi preso pela Lava Jato na 5ª feira (6.ago). É acusado de integrar esquema de fraudes na área da saúde. Baldy teria recebido propinas para favorecer empresas em contratos. As acusações são do período em que o político era secretário do Comércio em Goiás (2014) e ministro das Cidades de Michel Temer (2016-2018).

As provas reunidas pela Lava-Jato no processo que levou à prisão do secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, o ex-ministro Alexandre Baldy,  mostram que um dos integrantes do esquema chegou a “parcelar” o pagamento de uma bolada de 500.000 reais ao político por receio de viajar com tanto dinheiro vivo.