COM CPI EM 2007, SOSSELA JÁ DISCUTIU CONCESSÕES ANTERIORES.

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Sossela já tem no currículo a preocupação com o tema. Lembra que, em 2007, presidiu a CPI dos Polos de Pedágio na Assembleia Legislativa, que levantou uma série de problemas do programa de concessões de estradas do estado, e foi reprovado pelos gaúchos devido ao alto valor das tarifas, ao modelo de polos implantado, e, principalmente, porque em 15 anos nem um metro sequer de rodovia foi duplicado no Estado nos mais de 1,799 mil km concedidos à iniciativa privada.

OS DESAFIOS POLÍTICOS DO ANO

 

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O presidente Michel Temer retornou ontem ao front com a meta de manter o ritmo de discussão e aprovação da proposta de Reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados. Desfalcado do seu principal articulador político,o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, que recupera-se de uma cirurgia de próstata, e aguarda os desdobramentos da crise provocada pelas declarações do advogado José Yunes, o presidente Temer tem se valido de outro interlocutor importante. Trata-se do vice-lider do governo,o deputado gáucho Darcísio Perondi, que tem criado espaços importantes de dialogo do governo com o Congresso.

A BOLA ESTÁ COM RODRIGO JANOT

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Há outro problema que assombra o mundo político em Brasília: o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode, a qualquer momento, levantar o sigilo integral ou de apenas uma parte, das 77 delações de ex-diretores e ex-executivos da Odebrecht. Nos meios políticos a torcida é que a “injeção” seja aplicada de uma única vez. Ou seja: se for para quebrar o sigilo, isso ocorra com todas as 77 delações de uma vez só.

GOVERNO EM BUSCA DE VOTOS PARA APROVAR PACOTE

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O governador José Ivo Sartori retoma um tema que foi marcante no final de 2016: a busca da maioria de votos na Assembléia Legislativa, para aprovar o amargo pacote de projetos. Além disso, a liderança do governo no legislativo vem articulando o adiamento da votação dos projetos que estão na pauta, à espera das novas exigências contidas no projeto de negociação da dívida,que está na Câmara dos Deputados.

BASE INSTÁVEL AINDA PREOCUPA

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A base do governo no legislativo continua extremamente instável. Para o governo, nas votações mais desgastantes de 2016, falaram votos do PP, do PDT e do PSB. No PDT,o governo nunca conseguiu contar com os sete votos da bancada trabalhista, mantendo em média quatro deles. Por esta razão, busca conquistar o apoio pontual do PTB em algumas das propostas, o que atenuaria a falta de outros votos.

NA PAUTA, O PISO REGIONAL

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Um teste importante para a Assembléia Legislativa, agora sob o comando do deputado petista Edegar Pretto, será a votação, na semana que vem do reajuste do salário mínimo regional com vigência a partir de fevereiro deste ano. O projeto encaminhado pelo governador José Ivo Sartori (PMDB), prevê um reajuste de 6,48%, que segue o índice de aumento do salário mínimo nacional a partir de janeiro, contra o pedido das centrais sindicais, que pressionam por um reajuste de 10,45%.

APOIO E CARGOS

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No meu comentário apresentado no programa Pampa Bom Dia, sob o comando do Rafael Marconi, comentei que, se todos os deputados da base que indicaram cargos de confiança para o governo, votassem com os projetos do executivo, o governador não teria maiores problemas. Contabilizaria no mínimo, os 33 votos para aprovar as propostas mais difíceis, as emendas à Constituição que exigem 33 votos.

O VETO A FABIANO

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Uma outra dificuldade trazida por esta coluna,passa agora a ser admitida publicamente por deputados da base do governo: a indicação pelo PSB, do ex-deputado Fabiano Pereira para ocupar um cargo de primeiro escalão. O PSB quer colocar Fabiano Pereira na Secretaria de Justiça e Direitos Humanos. Fabiano encontra resistência entre deputados que conviveram com a famosa CPI do Detran em 2008, que ele presidiu como deputado do PT,e que foi marcada por um duro embate contra deputados do PSDB,PMDB e PP.

FUNARO E PADILHA DIZEM QUE YUNES É “MENTIROSO”

O operador Lúcio Funaro,e o ministro Eliseu Padilha negam a versão de José Yunes. Padilha afirma que não conhece Funaro. Funaro, na matéria, chama José Yunes de mentiroso. A versão de José Yunes é confusa,segundo o jornal. Ele negou que houvesse dinheiro vivo, como denunciou o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho em delação premiada. Yunes disse que só conheceu Funaro naquele dia. Na sua versão, o “pacote” depois foi retirado por outra pessoa, que ele não se lembra nem mesmo do nome.”

YUNES E A MARAU PARTICIPAÇÕES

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No GGN, seu blog de notícias, o jornalista Luís Nassif entrou ontem na confusão, e inventou um power point que tenta envolver o presidente Michel Temer no imbróglio de José Yunes. O intrincado e confuso quebra-cabeça mostra claramente que há uma tentativa de aproveitar esse episódio para criar uma crise ainda maior do que ela é. O documento revelado por Nassif, citando o Anonymus,é composto por 30 documentos, entre PDFs e Words, basicamente registros na Junta Comercial e em paraísos fiscais. A holding principal ali mencionada, é a Marau Administração de Bens e Participações Ltda.

CIRURGIA BEM SUCEDIDA

Ontem, um boletim médico do Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre indicou que a cirurgia urológica da próstata, a que foi submetido Eliseu Padilha, transcorreu sem problemas. Os médicos Claudio Teloken e Nilton Brandão da Silva recomendarão a permanência de Padilha no hospital durante 48 horas. A expectativa do ministro, é de retorno a Brasília no próximo dia 6 de março.

CHEIRO E ODOR NA ÁGUA. MAS NÃO FECHARAM A CETTRALIQ?

O cheiro e odor estranhos, na água distribuída para os porto-alegrenses pelo DMAE (Departamento Municipal de Agua e Esgoto) surpreende mais uma vez a todos. Afinal, em agosto do ano passado, a Cettraliq teve suas atividades suspensas, sob a suspeita de causar alteração no sabor e no cheiro da água de Porto Alegre. A suspensão das atividades ocorreu, mesmo depois da empresa demonstrar que foi vistoriada 21 vezes em 51 dias, sem que nada de anormal fosse encontrado nas suas atividades. Agora, sem a Cettraliq, cujas atividades foram encerradas, a quem os gestores públicos irão culpar pelo cheiro e o odor da água?

PADILHA AVISA: VOLTA EM 10 DIAS

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O ministro Eliseu Padilha, licenciado do cargo de chefe da Casa Civil da presidência da República, revelou neste sábado em conversa com o colunista, que deve reassumir o cargo em até dez dias. Tudo depende da avaliação médica. Padilha, nesta segunda-feira vai se submeter a um procedimento cirúrgico da próstata, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Na tarde de sábado, Padilha disse a este colunista que “a previsão do médico é de repouso entre cinco e dez dias. Vamos rezar para que seja o menor possível”.

“VOZ FORTE” DO PLANALTO

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Neste final de semana,em matéria assinada pelas jornalistas Geralda Doca, e Cristiane Jungblut, o jornal O Globo faz um balanço do cenário político que cerca o presidente Michel Temer, e conclui, com base em fontes do Palácio do Planalto, que a importância de Padilha no governo é fundamental,a tal ponto eu o temor da equipe econômica é o de que,sem a sua presença, as propostas para a Previdência sejam desfiguradas. Padilha, assinala o texto, “é visto como a voz forte do Planalto na condução dos projetos”. Essa posição privilegiada do ministro gaúcho no cenário nacional, naturalmente suscita, em razão dos vários interesses envolvidos nas questões de governo geridas pela Casa Civil, o tradicional “fogo amigo”.

O IMBRÓGLIO YUNES X PADILHA

Mencionado em versão do advogado José Yunes em uma versão sombria, segundo a qual, teria recebido em seu escritório um envelope contendo dinheiro enviado pelo lobista Lúcio Funaro, a seu pedido, Eliseu Padilha nega com veemência esta narrativa. O advogado José Yunes e Padilha são velos amigos do presidente Michel Temer. Yunes deixou a assessoria especial de Temer no final do ano,depois que teve seu nome mencionado em denúncias vinculando-o a recursos oriundos de empresas investigadas em processos da Operação Lava Jato.

CONTRAPONTO

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O jornalista Políbio Braga publica em seu blog a informação de que Lúcio Funaro negou na sexta-feira as declarações dadas pelo ex-assessor especial da Presidência da República José Yunes à PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre um episódio envolvendo a entrega de um pacote a Yunes a pedido do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. De acordo com o seu advogado, Bruno Espiñeira, Funaro disse o seguinte:

1) Padilha não pediu nada a ele.

2) A versão de Yunes é mentirosa.

Eliseu Padilha disse em Porto Alegre que não conhece Funaro e que o caso narrado por Yunes é fantasioso. Ele se colocará à disposição da Justiça para uma acareação com Yunes, Padilha e o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho. Funaro está preso em Brasília desde julho de 2016.

SERRAGLIO É GAÚCHO DE ERECHIM

A indicação do deputado federal Osmar Serraglio, do PMDB, para o ministério da Justiça, acabou contentando um espectro tão amplo, que inclui desde as bancadas do PMDB e do PSDB, até a Bancada ruralista, da qual o deputado vinha sendo um dos protagonistas na defesa de propostas de interesse do grupo. Deputado há cinco mandatos, Serraglio ganhou notoriedade como relator da CPI dos Correios, que foi o embrião da CPI do Petrolão. Eleito pelo Paraná, o novo ministro é gaúcho, nascido em Erechim.

ROMPIMENTO INVISÍVEL

O deputado Fabio Ramalho, do PMDB, vice-presidente da Câmara, promoveu ontem um movimento isolado, anunciando o rompimento com o governo, depois da indicação de Serraglio. Ele defendia a indicação de um mineiro para o ministério da Justiça. Na verdade, o governo deixou de levar a sério o deputado mineiro, depois que ele,em profunda avaliação política, concluiu que o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, “tem influencia zero no governo e no Congresso”.

AÇÃO PARA PREVENIR TRABALHO INFANTIL

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Um movimento importante foi realizado ontem pelo Ministério Público do Trabalho, para prevenir ocorrências de trabalho infantil. A pocuradora do Trabalho Patrícia de Mello Sanfelici, representante regional da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes (MPT) reuniu em Porto Alegre, 21 representantes de secretarias da Educação de 14 municípios da região Metropolitana e do Litoral. A reunião integrou o Projeto Estratégico “Resgate a Infância”, que está sendo implantado pelo MPT, a partir de seus três eixos: políticas públicas, educação e profissionalização. O objetivo do Projeto é prevenir e combater o trabalho infantil, conscientizar a sociedade, fomentar políticas públicas, promover a formação profissional e proteger o trabalhador adolescente.

FABIANO PEREIRA CAUSA RUÍDOS NA BASE

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O nome do ex-deputado Fabiano Pereira, indicado pelo PSB para ocupar a Secretaria do Trabalho, agora absorvida pela pasta da Justiça e direitos Humanos, encontra algumas objeções entre deputados da atual base do governo. A ação forte de Fabiano, ainda como deputado do PT no governo Yeda Crusius (PSDB) deixou um efeito residual negativo em alguns deputados do PMDB, PP e PSDB.

AJURIS QUER CRÉDITOS DA LEI KANDIR À MESA DE NEGOCIAÇÃO DO RS COM A UNIÃO

O presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Gilberto Schäfer, comentou ontem a recente decisão do Supremo Tribunal Federal em relação a ação movida pelo Pará e outros 15 estados, entre eles o Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que o STF “reconheceu a mora e paraenses, gaúchos e mineiros devem receber os valores”. Identificando ali a necessidade da União ressarcir os estados, ele sugere que alternativamente esse montante possa ser utilizado como garantia na renegociação das dívidas. Gilberto Schäfer defende que o governador José Ivo Sartori (PMDB) deve levar essa questão – os créditos da Lei Kandir – à mesa de negociação.

BOATO DE PRIVATIZAÇÃO FAZ AÇÕES DO BANRISUL SUBIREM EM BOLSA

O Banrisul, constantemente mencionado como um dos ativos que podem ser privatizados dentro do pacote de garantias que o governo federal exigirá para aceitar a renegociação da dívida gaúcha,acabou se beneficiando no mercado,com o aumento do valor das suas ações em bolsa. Ontem, as ações do Banrisul PNB tiveram excelente desempenho na Bolsa de Valores, com alta de 10,32%. Os números recentes do banco também o colocam em boa situação no mercado: o Banrisul obteve lucro líquido de R$ 659,7 milhões em 2016, um ano difícil. O número é importante,mesmo situando-se , 22,3% a menos do que no ano anterior, quando o ganho havia alcançou R$ 848,8 milhões. No entanto, oficialmente o governo gaúcho,maior acionista do banco, nega que vá inclui-lo no pacote de negociação da dívida com a União.

AUMENTA O ESPAÇO DO PDT NO GOVERNO

Primeiro suplente da bancada estadual do PDT, Flavio Lammel assume a diretoria da Fundação Gaucha do Trabalho, confirmando a projeção desta coluna, de que o presiddente nacional do partido, Carlos Lupi, está na contramão do pensamento dos pedetistas gaúchos. Lupi defende o rompimento do PDT com o governo Sartori. O PDT gaúcho preferiu manter o apoio e ampliar sua participação no governo.

APOSTA DO PDT

O PDT faz uma aposta ousada no deputado estadual Marlon Santos, indicado para presidir a Assembléia Legislativa em 2018. Marlon, deputado mais votado da bancada estadual, é aposta do PDT para umas votação ainda mais expressiva no ano que vem, aumentando a bancada trabalhista, hoje com oito deputados.

PP DIZ QUE PREVIDÊNCIA NÃO É DEFICITÁRIA, E COBRA POSIÇÃO DA BANCADA FEDERAL

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O tema Reforma da Previdência mereceu uma análise da bancada estadual do Partido Progressista. Ontem,o líder da bancada, deputado João Fischer, o Fixinha, informou à coluna, que depois de analisar o tema, o bloco decidiu enviar correspondência para os deputados federais do partido solicitando uma posição em relação à Reforma da Previdência, especialmente no tocante à aposentadoria rural. “Esta é uma bandeira dos progressistas e o partido precisa reafirmar suas convicções em relação ao tema. A Previdência não é deficitária, assim como não é possível imaginar que uma pessoa comece a trabalhar na colônia aos 10 anos e vá se aposentar somente aos 65 anos”, afirma o líder. A posição dos deputados estaduais também é compartilhada pelo presidente da sigla no Estado, Celso Bernardi. “O PP deve ser coerente com seu passado. Precisamos de uma posição firme de parte da bancada federal e contamos com a compreensão de nossos deputados”.