Pesquisa cientifica mostra que RS não tem regiões com bandeira vermelha.

O governo do Rio Grande do Sul  anunciou na tarde deste sábado, a classificação das regiões de acordo com as bandeiras determinadas pelo Distanciamento Controlado. A classificação foi atualizada pelo governo do Estado neste sábado (16/5). Entre os dias 18 e 24 de maio, não há regiões na bandeira vermelha. A região de Lajeado, que estava na bandeira vermelha, passou para a laranja, e a região de Uruguaiana, que estava classificada como amarela, passa para a bandeira laranja. Para consultar o mapa e a bandeira de cada cidade, acesse o site https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

Rio Grande do Sul tem quase 40% recuperados da covid-19

No Rio Grande do Sul, onde foi implantado um modelo de acompanhamento dos casos em todos os municípios, graduando-os mediante cálculos que levam em conta, dentre outras variáveis, a relação contágios-leitos de UTI disponíveis, dificilmente uma medida de flexibilização repentina seria razoável. O modelo gaúcho atualiza diariamente um quadro onde é colocado em destaque o número de pacientes recuperados. Ontem, este índice apresentava percentual de 39,3%.

General Mourão: “Alguns prefeitos estão pensando exclusivamente na reeleição”

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, avaliou ontem vários cenários da atual crise gerada pela pandemia da covid-19. Em uma live com a participação do deputado estadual gaúcho tenente-coronel Luciano Zucco e do presidente do Cremers (Conselho Regional de Medicina do RS), Eduardo Trindade, Mourão disse que “alguns prefeitos estão pensando exclusivamente na reeleição. É preciso coragem moral para tomar as medidas corretas neste momento de crise”.

As demais doenças foram abandonadas?

Hoje, quem procura uma unidade de saúde para tratar outras enfermidades, fora da covid-19, é relegado a segundo plano em alguns casos. E por isso, segundo o general Mourão, “após a pandemia, teremos uma segunda onda na medicina, com uma verdadeira escalada das pessoas que têm outras doenças, que que irão superlotar estas unidades em busca de atendimento que por enquanto está suspenso ou comprometido”.