Governo gaúcho prepara cronograma de volta das aulas em junho

Suspensas no Rio Grande do Sul desde 19 de março, as aulas nas redes pública e privada voltarão, a partir de 1º de junho, em modelo de ensino remoto. Consideradas prioridade do plano de retomada das atividades escolares no Estado, as aulas remotas serão oferecidas na rede pública pela plataforma Classroom, do Google for Education, e incluirão a criação de mais de 300 mil ambientes virtuais.

O Executivo garantirá o ensino remoto para todos os níveis da rede pública na modalidade híbrida, com uso de tecnologia e a disponibilização de materiais aos pais ou responsáveis com dificuldade de acesso via internet. “Não deixaremos nenhum aluno para trás. Sabemos que há desafios no ensino remoto quanto ao uso de tecnologias e, nas próximas duas semanas, trabalharemos para alcançar todos os alunos e identificar todas as dificuldades de acesso”, detalhou o governador Eduardo Leite nesta quarta-feira (27/5), em coletiva de imprensa transmitida pelas redes sociais.

Vice-presidente, General Mourão lembra que MP é titular da Ação Penal.

O inquérito das fake News conduzido elo ministro do STF Alexandre Moraes,sem a participação do ministério Publico,mereceu ontem comentário do General Amilton Mourão, vice-presidente da República.
Sem citar o STF, Hamilton Mourão criticou nesta o inquérito tocado pela Corte que investiga fake news.

Em tuíte, o vice-presidente afirmou que compete ao Ministério Pública “a ação penal pública”.

Procurador da República critica inquérito do STF por descumprir Constituição

O Procurador Geral da República Augusto Aras critica o inquérito do STF que exclui a psrticipação do STF, comprometendo a segurança jurídica.

A operação desencadeada pela PF, por determinação do ministro relator Alexandre de Moraes, não teve a participação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O Ministério Público Federal (MPF) não acompanha as diligências desse inquérito, instaurado por ordem do presidente do STF, ministro Dias Toffoli.

O inquérito foi aberto, em março de 2018, por meio de portaria, e não a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), como é a praxe. Apesar de incomum, a situação está prevista no Regimento Interno do Supremo, mas gerou muitas críticas.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda o inquérito que investiga uma a suspeita de existência de uma organização criminosa responsável por uma campanha de ódio e fake news nas redes sociais. O inquérito resultou em 29 buscas e apreensões pela Polícia Federal (PF). Os alvos são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro,