20/12/2016 Carrossel de Informações

PTB poderá presidir a Assembleia em 2017?

A desenvoltura da bancada do PTB, articulando ao lado do governo a aprovação dos principais projetos do pacote de reformas votados até agora pela Assembleia Legislativa, fez nascer uma especulação nos bastidores do legislativo, quanto a uma possível ruptura do acordo para o comando da casa. Pelo acordo formulado no início do ano, depois do PMDB, que indicou Edson Brum, e agora o PP com Silvana Covatti, em 2017 seria a vez do PT indicar o presidente. O nome indicado é o do deputado Edegar Pretto. O ultimo ano fica com o PDT, que já indicou Marlon Santos. A articulação do PTB junto às demais bancadas,e a avaliação dos governistas de que a regulamentação de itens do pacote precisará de um legislativo articulado no próximo ano, podem desbancar o PT do acordo. O PTB já teve presidentes em legislaturas anteriores: o ex-senador Sergio Zambiasi, e Iradir Pietroski, atual conselheiro do Tribunal de contas do Estado.

Brigada Militar protegendo o legislativo

Andou bem a Brigada Militar ao garantir a integridade do legislativo no segundo dia de votações do pacote de medidas, reagindo com vigor a ataques violentos de vândalos infiltrados entre servidores que realizam uma vigília de protesto na Praça da Matriz.

Renegociação dá folga de R$ 8,75 bi ao RS

Após mais de sete horas de negociação entre deputados e o Ministério da Fazenda , a Câmara acabou aprovando a renegociação da dívida dos Estados. Para conseguir votar o acordo, o presidente Michel Temer liberou a sua base para votar a proposta sem a maior parte das contrapartidas que eram exigidas no texto inicial. O plano aprovado dá uma trégua aos governos estaduais, de 36 meses sem pagar a parcela do débito com a União. Para o Rio Grande do Sul, isso representará uma folga estimada emj R$ 8,75 bilhões que não precisarão ser repassados à União.

Nova denúncia envolve Marco Maia

A investigação para apurar casos de corrupção nas CPI dos Planos de Saúde, e na tramitação das Medidas Provisórias 627 (que autoriza o perdão de dívidas de planos de saúde com o SUS) e a MP 656 ( que autoriza o ingresso de capital estrangeiro ) trouxe à tona o nome do deputado gaúcho Marco Maia (PT), ex-presidente da Câmara dos Deputados. As investigações apontam que os deputados Marco Maia e Eduardo Cunha, e o ex-ministro Antonio Palocci ao lado de outros deputados, teriam recebido R$ 60 milhões pagos por Alexandre Abreu, da Rede Hospitalar Adhosp/Amil.

Recursos para os prefeitos

O presidente da Famurs, prefeito Luciano Pinto (PDFT) comemorou ontem a notícia de que o presidente Michel Temer cedeu aos apelos do ministro Helder Barbalho, e vai antecipar a primeira parcela dos recursos da repatriação no dia 30 de dezembro, e não mais dia 1° de janeiro. A alteração na data é importante, pois garante os recursos para as atuais administrações que se encerram no final do ano. Vai desgostas prefeitos que assumem em 1° de janeiro, e provavelmente já encontrem estes recursos aplicados em prioridades definidas pelo antecessor.

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