INTERFERÊNCIA INCONVENIENTE?

O episódio sinalizou na virada de 2019 para 2020 que o STF continuará, não por critério institucional, mas por vontade pessoal dos seus ministros, interferindo diretamente em atos do executivo,do legislativo e no Ministério Publico sem que necessariamente envolvam graves riscos à Constituição. Especialmente, como se observa, em questões que envolvam personagens importantes,ou valores milionários.

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