SEM A REVOLUÇÃO DE MARÇO, ESCOLHA: SERÍAMOS CUBA, CORÉIA DO NORTE OU VENEZUELA?

Muitas movimentações contra a Revolução de Março de 1064 ganharam espaço na mídia nos ultimos dias. Uma soma de desconhecimento da história,com boa dose de má fé,justifica esta leitura romantica do que foi a intervenção militar em 31 de março de 1964, atendendo um clamor popular. Caso as Forças Armadas não tivessem atendido ao clamor … Ler maisSEM A REVOLUÇÃO DE MARÇO, ESCOLHA: SERÍAMOS CUBA, CORÉIA DO NORTE OU VENEZUELA?

FOI UMA GUERRA? FOI SIM,UMA GUERRA.

Para a manutenção da democracia, as forças militares enfrentaram ações dos defensores da “democracia”: assaltos a banco, sequestros,e enfrentamentos. Uma guerra. Assim definida pelo general Amilton Mourão: – E não era para acabar com a ditadura (militar). Eles queriam implementar outra ditadura, que era a do proletariado. E o estado se defendeu. Excessos houve? Sim, … Ler maisFOI UMA GUERRA? FOI SIM,UMA GUERRA.

A OPINIÃO DE MOURÃO

O general Hamilton Mourão,vice-presidente da República, numa análise histórica,sem mimimi, foi claro: – Considero que as pessoas que chamam o período de regime militar de ditadura não reconhecem o que era realmente – disse o general. – Era um regime autoritário? Era um regime autoritário, sim. Ela teve um instrumento de exceção durante dez anos, … Ler maisA OPINIÃO DE MOURÃO

EM ABRIL,STF PODE SOLTAR LULA E MAIS 170 MIL CRIMINOSOS PRESOS

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspende a execução da pena de prisão para condenados em segunda instância, beneficiando o Caso o Supremo Tribunal federal mantenha na pauta do proximo dia 10 de abril o reexame da soltura de presos condenados em segunda instância,até que todos os recursos … Ler maisEM ABRIL,STF PODE SOLTAR LULA E MAIS 170 MIL CRIMINOSOS PRESOS

DADOS DO CNJ

Dados do CNJ,Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base em dados do Banco Nacional de Monitoramento de Presos,mostram que há 706 mil presos no Brasil, entre os quais 169 mil (23,9%) na condição de execução provisória da pena, na mesma situação do condenado Lula, com início do cumprimento de pena após condenação em segunda instância.