Da aposentadoria para ser hexacampeão: veja a história e trajetória do ‘Cavalo das Américas’

Ginete gaúcho Gabriel Marty reverencia cavalo Colibri Matrero, o 'maior da história' — Foto: Mauricio Vinhas/Divulgação

Colibri Matrero foi tricampeão consecutivo do Freio de Ouro em 2020, 2021 e 2022. Também conquistou a ‘Copa do Mundo’ dos cavalos crioulos em 2018, 2023 e 2026. Reportagem do G1

Em 2023, um cavalo crioulo uruguaio, guiado por um cavaleiro gaúcho, foi aposentado ostentando o título de “Cavalo das Américas”, por considerar-se que nenhum outro equino da raça superaria seus feitos. Em 2026, ele retorna da aposentadoria para ser hexacampeão.

Colibri Matrero é considerado o maior da história dos cavalos crioulos. Ele foi tricampeão consecutivo do Freio de Ouro, prova disputada em Esteio (RS), e levou outras três provas da Expo FICCC (Exposição da Federação Internacional de Criadores de Cavalos Crioulos), considerada a “Copa do Mundo” da raça.

“A Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos considerava impossível um cavalo ganhar cinco vezes o Freio de Ouro, do Brasil e o internacional, como ele ganhou. A associação aposentou ele como o ”Cavalo das Américas’ por considerar que ninguém ia conseguir fazer um feito como esse”, afirma o cavaleiro Gabriel Marty.

Trajetória do hexacampeão

 

Em 2018, aos 6 anos, Colibri Matrero conquistou seu primeiro título, ao ser campeão da Expo FICCC, na Argentina, competição internacional realizada de três em três anos.

Após um 2019 de treinos e descanso, enfileirou o tricampeonato do Freio de Ouro nas edições 20202021 2022, no Brasil. Em 2023, foi penta ao levar outro campeonato da Expo FICCC, também na Argentina. Em 2026, saiu da aposentadoria para ser hexa, conquistando sua terceira Expo FICCC.

Infográfico detalha jornada de Colibri Matrero, o mais vitorioso dos cavalos crioulos — Foto: g1

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