Ministro da Justiça de Lula, o senador licenciado do Maranhão Flavio Dino tem sido protagonista de trapalhadas que a cada dia constrangem o governo. O próprio Lula, que até então detinha o monopolio das declarações absurdas, agora compete com Dino, e perdeu o controle sobre as bobagens do seu ministro.
Não vê quem não quer que a ida de Dino para a o STF seria uma forma dele ficar longe do governo por conta de seu perfil expansivo que as vezes fala mais que o próprio presidente.

Soma-se a isso,o seu indiciamento, ao lado do ex ministro do GSI, general GDias,que foi protocolado na sexta-feira (13) pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF), em relatório alternativo da CPMI dos Atos do 8 de janeiro, o que irá desgastar ainda mais o governo.
A mais recente atitude imperdoável do ministro da Justiça, Flávio Dino, foi ignorar o caso do maluco do PCdoB, ligado a seu grupo maranhense, que ridicularizou vítimas dos terroristas do Hamas nas redes sociais, incluindo até uma vítima de estupro.
O Ministro da Justiça brasileiro escolheu somente um lado e fez declarações contra “casos graves de abusos contra crianças e adolescentes”, referindo-se a uma operação policial no Brasil, mas não fez qualquer condenação enfática ao assassinato e decapitação de 40 crianças e até bebês, por terroristas do Hamas, em um kibutz de Israel.
O que temem as cabeças mais sensatas em Brasília é que, caso Lula resolva pagar para ver, e insistir na indicação de Flávio Dino para o STF, como forma de se livrar de um peso incômodo no Governo, poderá amargar uma pesada derrota no Senado, porque os senadores mesmo da base, dificilmente irão bancar esse desgaste diante da opinião pública, e acompanhar Lula nessa indicação que constrange até a Suprema Corte.
A mais recente atitude imperdoável do ministro da Justiça, Flávio Dino, foi ignorar o caso do maluco do PCdoB, ligado a seu grupo maranhense, que ridicularizou vítimas dos terroristas do Hamas nas redes sociais, incluindo até uma vítima de estupro.
O Ministro da Justiça brasileiro escolheu somente um lado e fez declarações contra “casos graves de abusos contra crianças e adolescentes”, referindo-se a uma operação policial no Brasil, mas não fez qualquer condenação enfática ao assassinato e decapitação de 40 crianças e até bebês, por terroristas do Hamas, em um kibutz de Israel.
O que temem as cabeças mais sensatas em Brasília é que, caso Lula resolva pagar para ver, e insistir na indicação de Flávio Dino para o STF, como forma de se livrar de um peso incômodo no Governo, poderá amargar uma pesada derrota no Senado, porque os senadores mesmo da base, dificilmente irão bancar esse desgaste diante da opinião pública, e acompanhar Lula nessa indicação que constrange até a Suprema Corte.
