
O governo do Estado realizou dois movimentos importantes esta semana, com foco na área da habitação: autorizou a Fase 2 do Programa Porta de Entrada para beneficiar mais 7,5 mil famílias na aquisição da casa própria, e o Programa Estadia Ponte, para realocação de famílias e conclusão da nova ponte do Guaíba. A nova ponte está 90% concluída, mas a conclusão das obras depende do reassentamento completo das famílias, além de recursos federais e estaduais.
O governador descreveu a forma como foram buscadas soluções para encaixar as necessidades das famílias, a cada um dos programas habitacionais: “O Programa Estadia Ponte é uma construção coletiva que garante dignidade às famílias que precisam deixar suas casas para a conclusão da nova ponte do Guaíba. Criamos um modelo diferenciado, que combina características do aluguel social e da estadia solidária”, disse o Governador.
Em relação ao Porta de Entrada, Eduardo Leite explica que “nasceu a partir de uma demanda clara: muitas famílias conseguem arcar com as prestações do financiamento habitacional, mas não têm como custear o valor da entrada. Criamos, então, um programa específico para apoiar essas famílias, permitindo que saiam do aluguel e possam acessar a casa própria”.
Secretário Carlos Gomes: “Solução histórica para trazer felicidade e alegria para estas pessoas”
Pelo telefone, o secretário Carlos Gomes disse ontem ao colunista que “o fato é que estas ações têm impacto social e econômico na vida destas famílias”. No caso do Programa Estadia Ponte, assinado com a prefeitura de Porto Alegre, o secretário disse que “o impacto social e econômico acontece pela garantia da moradia, e através da construção desta nova alça da ponte, que vai ajudar na infraestrutura e mobilidade de cargas, das pessoas, com segurança”.
No caso do Programa Porta de Entrada, Carlos Gomes observa que, “somando as duas edições, vai dar total de quase 14 mil contratos de imóveis, injetando 3,8 bi na cadeia produtiva da construção civil gerando emprego, renda e levando a dignidade habitacional para as famílias gaúchas. É um programa eficiente porque ajuda o estado a fazer o enfrentamento do déficit habitacional onde cerca de 120 mil famílias que pagam aluguel, através deste programa converterão este aluguel na prestação do imóvel.”
