O ex-deputado federal Jean Wyllys, do PSOL – que foi acusado de vender seu mandato para o falecido David Miranda (Psol-RJ), marido de Glenn Greenwald – atacou nesta sexta-feira ao governador gaúcho Eduardo Leite, contrariado pela decisão do governo gaúcho, de manter as escolas cívico-militares.

Wyllys acusou o governador gaúcho de “Gay Homofóbico” por defender a manutenção de escolas com disciplina militar.
O governador lamentou a fala do ex-deputado, clasisficando como “manifestaçãodeprimente e cheia de preconceitos”.
Wyllys foi investigado: venda do mandato
A Polícia Federal (PF) chegou investigar a suposta venda de mandato parlamentar de Jean Wyllys (Psol-RJ), informa o site O Antagonista. Em janeiro, o então deputado reeleito renunciou ao mandato e deixou do país alegando ser vítima de ameaças de morte. Em seu lugar, assumiu o posto David Miranda (Psol-RJ), marido de Glenn Greenwald, jornalista responsável pelo vazamento de supostas mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol, ocorridas durante a Operação Lava Jato.
Wyllys também teve seu nome envolvido com Adélio Bispo, autor da tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro,em 2018. Wyllys chegou a ser acusado de repassar R$ 50 mil para a defesa de Adélio Bispo,o autor da tentativa de assassinato, e seu companheiro de partido, O PSOL. Ao UOL, o advogado Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, que compõe o grupo de defesa de Adélio Bispo, classificou a corrente como “fake news”. “É mais uma [notícia falsa] entre tantas, “, afirmou o advogado. “O caso não tem nada a ver com Jean Wyllys. Nunca conversei com ele e muito menos o encontrei pessoalmente.” Possa faz parte de um grupo de quatro renomados advogados, junto a Daniel Magalhães Bastos, Fernando Costa Oliveira e Zanone Manuel de Oliveira, que decidiram defender Bispo.
