
Demora na definição para o aproveitamento da área impede abertura de novas oportunidades de investimento e empregos na região. (Foto: Divulgação)
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A suspensão do leilão, por falta de interessados, da área da antiga Manitowoc, em Passo Fundo, deve atrasar ainda mais a utilização do espaço, que já poderia estar gerando empregos e novos investimentos na região. Em 2023, um grupo de empresas liderado pela PAR Participações, do empresário Antônio Roso, adquiriu a unidade industrial. A intenção era retomar as atividades por meio da fabricação de guindastes e, no primeiro ano, gerar 150 empregos diretos e faturar R$ 700 milhões.
O projeto da PAR, no entanto, encontrou entraves burocráticos no Ministério Público, na Câmara de Vereadores e na própria Prefeitura — e, em março de 2024, por decisão do Tribunal de Justiça, a empresa devolveu o terreno para o município. A área está ociosa há nove anos e ainda não há previsão de nova tentativa de leilão. O edital foi publicado em 30 de junho de 2026. A expectativa da Prefeitura de Passo Fundo era de movimentar pelo menos R$ 52,4 milhões em etapas que iam do leilão aos primeiros anos de operação.
