Ao defender auxilio maior, Rodrigo Maia mira em desgaste de Jair Bolsonaro

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, continua defendendo que as novas parcelas da prorrogação do auxílio emergencial se mantenham no valor de R$ 600. O propósito é desgastar o governo federal junto aos beneficiários do programa. O ministro Paulo Guedes, da Economia, já sinalizou que os cofres públicos não suportariam esse valor, que equivale por mês, ao orçamento de um ano de todo o Bolsa Família. O Palácio do Planalto anunciou que vai enviar ao Congresso, a proposta de prorrogar o coronavoucher por três meses, com valores de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

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