Depois da demora na liberação pelo TSE, em razão de uma ação do PT pedindo recálculo dos valores – arquivada –,o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como Fundão, teve seu primeiro lote distribuído entre os partidos políticos. No Rio Grande do Sul. O Top 10 dos maiores financiamentos é formada por quatro candidatos a deputado federal do PL, quatro do PP um do PT um do Republicanos. Nove dos dez já exercem mandato de deputado federal. A exceção é Onyx Lorenzoni (PP), que já foi deputado por cinco mandatos e ministro de Estado.
Confira o ranking:
– Giovani Cherini (PL) — R$ 3.201.000;
– Osmar Terra (PL) — R$ 3.171.500;
– Marcelo Moraes (PL) — R$ 3.170.000;
– Bibo Nunes (PL) — R$ 3.170.000;
– Carlos Gomes (Republicanos) — 2.722.000,00;
– Onyx Lorenzoni (PP) — R$ 2.681.555,20;
– Covatti Filho (PP) — R$ 2.636.555,20;
– Pedro Westphalen (PP) — R$ 2.531.555,20;
– Afonso Hamm (PP) — R$ 2.441.555,20;
– Maria do Rosário (PT) — R$ 2.358.108,18.
O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundão) é a principal fonte desses recursos. Até agora, segundo registros da Justiça Eleitoral, 95,7% dos R$ 92,5 milhões declarados pelos candidatos gaúchos vêm do fundo eleitoral. Somados os valores do Fundo Partidário, os recursos públicos representam 97,4% da arrecadação registrada.
