Com recompensa de US$ 15 milhões pela sua captura, ditador Maduro cancela viagem para participação na Cúpula da Amazônia, em Belém

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, cancelou a participação que faria na Cúpula da Amazônia, evento que discute a preservação da floresta e que tem início oficial nesta terça-feira, 8, em Belém, no Pará.

Durante o governo de Donald Trump, em março de 2020, o presidente da Venezuela foi acusado de administrar e liderar o Cartel dos Sóis, suposta organização de tráfico de drogas composta por altos funcionários do país.

Desde então, os Estados Unidos oferecem recompensa de US$15 milhões – cerca de R$75 milhões – por informações que levem à condenação ou prisão de Maduro.

EUA oferecem recompensas milionárias por três ex-funcionários venezuelanos - Dialogo Americas

Seria a segunda vez que Maduro estaria no País neste ano, após ter vindo ao Brasil no final de maio para encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento na capital paraense deve ter o pontapé inicial nesta terça com outros chefes de Estado.
A razão do cancelamento de Maduro ainda não foi confirmada oficialmente. Lula, que já está em Belém, aguarda nesta terça-feira os presidentes Luis Arce (Bolívia), Gustavo Petro (Colômbia), Irfaan Ali (Guiana) e Dina Boluarte (Peru), além de representantes enviados pelo Equador, Suriname, Venezuela e França (em razão da Guiana Francesa).

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