Preso em ação contra esquema bilionário, MC Ryan SP foi filmado agredindo mãe de sua filha

MC Ryan agride mãe de sua filha, a influenciadora Giovanna Roque — Foto: Léo Dias

Preso pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 15, MC Ryan SP foi envolvido em uma grande polêmica após ser filmado agredindo a mãe de sua filha, a influenciadora Giovanna Roque. Na época, vieram à tona imagens de uma câmera de segurança que mostravam o momento em que o funkeiro, de 24 anos, agredia a jovem, de 26, mãe de sua filha. O episódio ocorreu no dia 21 de abril de 2024, mas se tornou público cinco meses depois.

Ryan foi duramente críticado nas redes sociais, o que gerou uma onda de cancelamento. O cantor e Giovanna viveram um relacionamento marcado por idas e vindas. Após o episódio de agressão, o casal reatou em outubro do ano seguinte. O funkeiro decidiu surpreender a influenciadora em Paris e fez o pedido de reconciliação diante da Torre Eiffel, em um cenário romântico, com um grande buquê de flores e a frase: “Volta comigo”.

Logo após a postagem, o casal recebeu críticas nas redes sociais, especialmente direcionadas a Giovanna pela decisão de reatar o relacionamento. “Admiro a coragem”, escreveu um internauta. De forma irônica, Ryan respondeu: “Vocês têm coragem de voltar com um pobre feio! Deixa ‘nós’ em paz”, o que acabou gerando ainda mais repercussão.

MC Ryan SP preso

Os MCs Ryan SP e Poze do Rodo, além do influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, foram presos pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (15) em uma das etapas da Operação Narco Fluxo. A ação, que também tem como alvo o empresário de Ryan e influenciador Chrys Dias, foi deflagrada com o objetivo de desarticular uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos. A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Segundo as investigações, o grupo atuava em esquemas de lavagem de capitais, utilizando um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de recursos. Entre os métodos identificados estão operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com ativos digitais. O volume movimentado pelos suspeitos ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

Mais de 200 policiais federais cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pela 5ª Vara Federal de Santos. As diligências ocorrem em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

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