FALTAS DE DEPUTADOS TÊM DIMENSÃO MAIOR

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As faltas dos deputados gaúchos às sessões da Assembléia Legislativa, proporcionalmente ganham uma dimensão maior quando se verifica que o legislativo realiza reuniões de plenário apenas três dias por semana. Assim, um destes deputados, com 39 faltas, na verdade ausentou-se por vários meses, ainda que de forma justificada. Fosse em alguma empresa pública ou privada, certamente já teria sido mandado ao setor de Recursos Humanos.

O QUE ESTÁ JOGO NA DISPUTA DA CNM

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Criticado por buscar mais um mandato, após duas décadas no comando da Confederação Nacional dos Municípios, o gaúcho Paulo Ziulkoski tem evitado participar do debate público da eleição que acontece em março. O edital de inscrição das chapas – que exige um mínimo de pouco mais de 500 prefeitos – está aberto. O fato é que, embora tenha controle total da gestão da Confederação, Paulo tem dito a amigos próximos que quando assumiu pela primeira vez, “o único patrimônio da entidade era o livro de atas”. Hoje, além da sede própria, e da respeitabilidade nacional e internacional, a CNM dispõe de R$ 100 milhões em caixa. Sinal de que os 20 anos de gestão fizeram bem à CNM.

UM PROJETO PARA A CNM

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Para se contrapor aos números positivos das duas décadas de gestão de Ziulkoski, a oposição precisará apresentar, além das críticas ao personalismo de Ziulkoski, o que ele próprio reconhece, uma proposta de gestão renovadora, mas viável, que sensibilize aos prefeitos de todo o País. O fato evidente é que, até agora, a maioria dos prefeitos, mesmo os que têm ressalvas pontuais, tem aprovado o modelo de gestão comandado por Paulo Ziulkoski.

CANDIDATOS BUSCAM A VAGA DE PAIM NO SENADO?

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A euforia de candidatos de todos os partidos buscando uma das vagas para a disputa das duas cadeiras ao Senado parece sinalizar que apenas uma cadeira estará em disputa. Embora as cadeiras em disputa sejam duas: da senadora Ana Amélia (PP) e do Senador Paulo Paim (PT), cujos mandatos terminam em janeiro de 2019, há um código não-escrito entre muitos partidos e candidatos, de que a busca será pela cadeira de Paim, cuja candidatura à reeleição estaria mais fragilizada.

TROCA-TROCA DE PARTIDOS EM MARÇO

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Vem aí o último troca-troca de partidos permitido pela legislação antes da eleição de outubro, sem perda de mandato. Será em março, quando a lei permitirá mudanças sem punições –, e o Senado começa o ano com reacomodações nas bancadas, por causa das eleições. O primeiro caso será do senador Pedro Chaves (PSC-MS), que se tornou titular depois da cassação de Delcídio Amaral. Ele deixa o PSC rumo ao PRB. Segundo ele, a nova legenda tem mais força eleitoral no interior do seu Estado, o Mato Grosso do Sul. No Rio Grande do Sul, não há notícia de mudança de partido por depurados federais e senadores.

PARAÍSO DA TUIUTI: FALTA PAGAR A CONTA DE 2017

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A Escola Paraíso da Tuiuti tornou-se a queridinha da esquerda no carnaval do Rio este ano. Depois de uma passagem trágica pela Sapucaí em 2017, com um acidente que causou a morte da radialista Liza Carioca, e provocou outros 20 feridos, a direção da escola tem fugido à indenização das vítimas. Agora, ungida pela proteção da esquerda, terá como buscar a solidariedade da mídia amiga, quando da execução das indenizações às vítimas: bastará alegar que tudo não passa de perseguição por ter criticado os poderosos.

PAULO GUEDES É QUEM FALA SOBRE ECONOMIA EM NOME DE BOLSONARO

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à presidência da República, reafirmou que não tem o conhecimento que desejaria na área econômica e que encarregou o economista Paulo Guedes (anunciado como possível ministro da Fazenda caso ele seja eleito) de preparar uma plano nesta área. “Eu confesso publicamente que não entendo nada de economia. A gente tem de ter humildade de escolher as pessoas certas, debater, conversar, para tomar decisões em diversas áreas”, afirma Bolsonaro.

PRESIDENTE DO TST REAFIRMA VALIDADE DA REFORMA

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A recente divergência suscitada por juízes do trabalho ao interpretarem a Lei 13.467/17, que trata da dispensa de empregados sem a necessidade de negociação coletiva, mereceu manifestação do presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro Ives Gandra Martins Filho, ao decidir a questão. Para ele, ao fundar a concessão dessas liminares com base em doutrinas e precedentes judiciais inteiramente superados pela Lei 13.467/17, as instâncias inferiores da Justiça do Trabalho estariam deixando-se levar pelo “voluntarismo jurídico”, abusando superlativamente de suas prerrogativas funcionais.” Gandra alertou que “decidir de forma acintosamente contrária a elas seria uma afronta ao princípio da legalidade”, possibilitando assim uma “intervenção da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho para restabelecer o império da lei”.

NOVA INVESTIGAÇÃO DA OAS E LULA

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Mais uma dor de cabeça para o ex-presidente Lula: além dos sete processos a que já responde na Justiça Federal, ele está sendo investigado pela denúncia feita pelo empreiteiro Leo Pinheiro, segundo a qual a construtora OAS pagou mesadas para Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da presidência da República em São Paulo e que durante 20 anos foi amante do líder do PT.

O Blog de Flavio Pereira