TEM R$ 21 MILHÕES? ENTÃO DÁ PARA COMPRAR APOIO DE PROS, PRB E PCDOB

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O ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Alexandrino Alencar, conhecido dos gaúchos pela operação exitosa eu aqui realizou na articulação do processo de crescimento do braço da empresa no setor petroquímico, chocou aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral ao revelar detalhes da conquista de apoios para a candidatura presidencial em 2014. Ele afirmou no depoimento prestado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que a Odebrecht ajudou o governo a comprar apoios no total de R$ 21 milhões, e pagou R$ 7 milhões para cada um desses três partidos: PROS, PRB e PCdoB, em um total de R$ 21 milhões.

PDT VENDEU APOIO MAIS BARATO

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Na série de revelações dos movimentos que antecederam a campanha eleitoral de 2017,percebe-se que o PDT foi comprado por um preço menor: a pechincha de R$ 4 milhões.Foi o que disse o ex-presidente da Odebrecht Ambiental Fernando Reis, um dos delatores da empreiteira, ao TSE.

PMDB PODE REELEGER IBSEN

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Para evitar um racha no partido o PMDB costura um acordo para reconduzir o deputado Ibsen Pinheiro para o comando estadual do partido. É o nome em torno do qual o consenso se mostra mais viável. Há um movimento forte propondo eleição direta para a escolha do novo presidente, mas a proposta deverá ser rechaçada pelos caciques do partido. A data de escolha do novo presidente está marcada para o dia 25 deste mês.

TEM NOVIDADES

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Em meio a tanta lambança, oi melhor mesmo é conferir direto na fonte: o empresário Claudio Melo Filho. No seu depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, foi bastante claro: recebeu do presidente Michel Temer durante um jantar no Palacio Jaburu,ao lado do empresário Marcelo Odebrecht, pedido de apoio financeiro para a campanha do PMDB. Seriam RS 10 milhões Destes recursos, R$ 4 milhões pedidos por Temer foram remetidos a Eliseu Padilha, que pediu para que fossem entregues no escritório do advogado José Yunes. Assim, a participação de Padilha no episódio, seria a de agir como representante de Temer. O restante (RS 6 milhões) foram remetidos diretamente ao candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaff Melo Filho esclareceu que Padilha atuou como preposto de Michel Temer.

A MÁGOA DO VICE

Delegado Federal José Francisco Mallmann - Reprodução Governo RS

Em entrevistas que vem concedendo imprensa,o vice-prefeito de Caxias do Sul esclareceu uma das razões da renúncia ao cargo. Estaria magoado diante da promessa não cumprida pelo prefeito Daniel Guerra (PRB), de entregar-lhe a área da segurança pública do município. Guerra preferiu convidar para o cargo o ex-secretário da Segurança Publica do Estado,e ex-superintendente da Polícia Federal, delegado federal, José Francisco Mallmann.

RETORNO DE PADILHA À CASA CIVIL SÓ DIA 13

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Aconselhado pelos médicos, o ministro licenciado da Casa Civil, Eliseu Padilha, decidiu respeitar a recomendação de cumprir rigorosamente o repouso necessário após uma severa cirurgia de retirada da próstata, realizada no ]hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Presente em Brasília, Padilha poderá gerir com o presidente Temer os efeitos dos novos movimentos do procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

SINDICATO MÉDICO DE OLHO NAS CONTAS DO GOVERNO

O presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Marco Peixoto encaminhou ao relator das contas da gestão do governador José Ivo Sartori, o pedido feito ontem pelo presidente do Sindicato Médico do Estado, Paulo de Argolo, para averiguar se o governo vem cumprindo as determinações constitucionais a respeito da destinação de 12% da receita para a saúde pública. Em setembro de 2016, durante sessão que julgou as contas do primeiro ano de mandato do governador gaúcho, o Pleno do tribunal, acompanhando o relator do processo, conselheiro Estilac Xavier, determinou ao governo a apresentação de plano de ação de médio prazo, destinado à recuperação do orçamento da Saúde, possibilitando o cumprimento do mínimo constitucional para a área, sem a inclusão das chamadas despesas controversas.

MUDANÇAS O GOVERNO EM CAXIAS DO SUL

A renúncia encaminhada pelo vice-prefeito de Caxias do Sul, Ricardo Fabris de Abreu, do PRB, mesmo partido do prefeito Daniel Guerra, muda o organograma do poder no município. Com a renúncia do vice, o presidente da Câmara de Vereadores, Felipe Gremelmayer, do PMDB, passa a ser o segundo nome na lisa de sucessão, nas ausências do prefeito. Na Câmara, 18 dos 23 vereadores fazem oposição ao prefeito.

EX-GOVERNADORES CUSTAM R$ 335 MIL POR MÊS

 

Os ex-governadores do Rio Grande do Sul ou seus dependentes recebem mensalmente pensão equivalente ao valor líquido de R$ 25.440.77,cada um, após os descontos legais. O valor é pago aos governadores que exerceram o cargo por quatro anos. Atualmente, o estado gasta R$ 335.182 por mês para pagar as pensões de oito ex-governadores e três dependentes

GOVERNO ACABA COM MI-MI-MI DA LEI KANDIR: “ESQUEÇAM COMPENSAÇÃO DE PERDAS DO PASSADO”

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Depois que o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) voltou a afirmar eu o seu estado teria direito a ressarcimentos de ao menos R$ 90 bilhões por conta de perdas supostamente não compensadas da Lei Kandir, valor suficiente para pagar toda a dívida mineira, em torno de R$ 88 bilhões, o governo federal se pronunciou especificamente sobre o tema.

“NÃO EXISTE COMPENSAÇÃO DO PASSADO”

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Escalado para responder a essa afirmativa, que vinha ganhando espaço na mídia nacional, e até empolgando outros governos com os mesmos benefícios da Lei Kandir, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, pelo telefone, deu a versão da União, para o jornal Valor Econômico. Segundo ele, “não há encontro de contas a ser feito entre a União e o Estado de Minas Gerais. O Supremo Tribunal Federal deixou claro em dezembro, que as compensações relativas à Li Kandir no termos atuais,são válidas até a aprovação de uma nova lei. O tribunal definiu o prazo de um ano para que o Congresso aprove uma nova regra. Dessa forma, não há passivo neste tema. Não existe compensação de perdas do passado. Estamos seguros quanto a isso. O pleno do STF já se manifestou claramente sobre o assunto”.

CONTINUA O DEBATE COM A UNIÃO

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Esta semana,o governador José Ivo Sartori volta a Brasília para retomar o diálogo sobre a dívida do estado com a União. Assim como Rio de Janeiro e Minas Gerais, estados com negociações mais delicadas em razão do volume das dívidas, o Rio Grande do Sul tem encontrado dificuldades políticas pra aprovar o corte de gastos e a privatização de empresas, nos termos previstos pelo acordo com a União.

VALERÁ A “REGRA TEMER”?

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O Congresso Nacional começa a semana com as atenções voltadas para a Procuradoria Geral da República, que poderá pedir ao STF, a investigação de parlamentares envolvidos na Lava Jato. Preventivamente, a maioria cita como exemplo a medida adotada pelo presidente Michel Temer, que definiu uma “linha de corte” e anunciou que só irá afastar ministros ou aliados do governo,caso virarem réus.

REINA SILÊNCIO

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No PSB e no governo Sartori, vem se tornando ensurdecedor o silêncio do aliado de primeira hora, Beto Albuquerque, em relação à redução do espaço do seu partido na gestão estadual. No PSB, a cobrança para que Beto fale é intensa. No governo,a torcida para que ele continue em silêncio,é ainda maior.

OTIMISMO NA EXPODIRETO

Otimismo é a marca da 18ª edição da Expodireto Cotrijal, feira internacional, que começa hoje em Não-Me-Toque, e segue até a sexta, dia 10. A abertura oficial terá a presença do ministro do Trabalho e Emprego, deputado federal Ronaldo Nogueira, e do governador do Estado, José Ivo Sartori. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, estará em Não-Me-Toque na quinta, dia 9.

O Blog de Flavio Pereira