FORTUNATI COMPARA MARCHEZAN A DONALD TRUMP

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O ex-prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, aparentemente acusou o golpe, e rebateu de forma dura as manifestações de Marchezan. No twitter, Fortunati chegou a comparar o sucessor,ao novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump:

“Ao que parece o Marchezan vai “inflar” os números do déficit da Prefeitura para continuar “vendendo” a idéia da existência do “caos”. Tentou de todas as formas a concessão do desconto do IPTU, praticado a 28 anos, para impedir o pagamento dos salários dos servidores. Contratou um “marqueteiro”, inflou os dados e tentará “provar” que existe um “quadro assustador” das finanças da Prefeitura. E o que é pior, alguns embarcam com naturalidade neste discurso “arrasa quarteirão” para respaldar medidas impopulares posteriormente. Durante toda a sua vida política ele só soube atacar e criticar o MP, a Justiça, o Tribunal de contas, etc, sem construir nada positivo. Como está com dificuldades de administrar pela inexperiência tem que continuar com o discurso destrutivo para desviar a atenção; Ele simplesmente ignora a maior crise econômica que o Brasil enfrenta desde a quebra da bolsa em 1929, a crise do RS. Ele não está preocupado com o não repasse dos recursos do Governo Federal e Estadual para POA. Ele desconsidera que a crise jogou para Porto Alegre milhares de novos pacientes que deixaram de ser atendidos no interior do RS. É o neopopulismo tentando provar que é a anti-política que vai resolver o problema dos cidadãos, a exemplo do que acontece com o Trump”.

PLANALTO ADMITE REPASSAR DINHEIRO IMEDIATO AO RS

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O governo gaúcho,além de renegociar a dívida, precisa de dinheiro rápido. E, o governo federal admite repassar dinheiro vivo ao governo gaúcho de forma rápida, como forma de aplacar a crise financeira que tem obrigado o executivo a parcelar salários dos servidores, e atrasar repasses para a saúde e fornecedores. Porém, o ministro Eliseu Padilha, Chefe da Casa Civil disse ontem em Brasília, que ,para receber dinheiro imediato, “o Rio Grande do Sul vai precisar abrir mão de alguma coisa”,o que significa oferecer garantias concretas.

ACORDO COM O RS PODE SER MAIS RÁPIDO

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Ontem, o ministro da Casa Civil esteve com o Governador José Ivo Sartori e o secretário da fazenda Giovani Feltes,no gabinete do ministro Henrique Meirelles,para encaminhar a repactuação da dívida gaúcha. Ao final do encontro,o ministro Meirelles explicou: “Fizemos avaliação preliminar da situação fiscal, o Estado já tomou série de medidas relevantes e abrangentes, portanto a expectativa é que o processo de elaboração e formatação do plano seja relativamente rápido”. Segundo o ministro Meirelles, é possível que as tratativas se deem inclusive de forma mais rápida do que com o Rio de Janeiro, para o qual há previsão de assinatura de um termo de compromisso na próxima quinta-feira.

O RIO DE JANEIRO NÃO SE AJUDA

mpe-rjA negociação com o Rio de Janeiro, embora tenha começado antes, pode demorar ainda mais. O problema do Rio é que, além da queda vertiginosa de receita, existem evidências de um descalabro administrativo nos últimos governos, com fortes indícios de corrupção. Ontem, um relatório do Ministério Público do Rio de Janeiro indicou um prejuízo superior a R$ 12 milhões na compra de tornozeleiras eletrônicas, resultado de fraudes na licitação e desvios em contratos de serviços de monitoramento de presos.

UM NOME DA OPUS DEI?

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A especulação levantada pelo jornalista Leudo Costa, indicando que o novo ministro do STF a ser indicado na vaga de Teori Zavascki seria “um nome da Opus Dei” (uma instituição hierárquica da Igreja Católica), remete para um nome indiscutível: o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Ives Gandra Martins Filho.

PDT MANTÉM APOIO AO GOVERNO. E GANHA MAIS UMA SECRETARIA

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Depois de sinalizar para uma saída da base de apoio ao governo de José Ivo Sartori (PMDB), o PDT poderá tomar posição diversa,em troca de uma participação mais consistente na gestão do governo. Com o comando das secretarias da Educação e Obras,e diretorias da Corsan, Detran e Badesul além de dezenas de cargos em comissão na capital e interior, o PDT poderá ser contemplado com mais uma pasta, ainda não definida.

A BRONCA DO PSB

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                                                                                                        Enquanto evolui a conversação com o PDT, no PSB há uma recorrente reclamação pela falta de diálogo com o governo. A fusão das pastas da Justiça e direitos Humanos,com o Trabalho,irritou o PSB que não foi avisado da mudança. O PSB já havia indicado o ex-deputado Fabiano Pereira para o Trabalho. No momento, conta com Aires Apolinário no cargo de Secretário Adjunto da nova secretaria.

FABIANO EM PORTO ALEGRE

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Indicado pelo PSB para ocupar a pasta do Trabalho,que antes era comandada pelo atual deputado Catarina Paladini, Fabiano Pereira anunciou ontem aos seus companheiros de Santa Maria, que vem a Porto Alegre hoje para verificar em que pé andam as conversações. A chegada de Fabiano hoje a Porto Alegre terá um desencontro com o governador Sartori,que viaja a Brasília para dar início efetivo à renegociação da dívida do Estado.

O INÍCIO DA NEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA

Brasília - Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e da Casa Civil, Eliseu Padilha durante coletiva no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)

 

Um novo recomeço da negociação da dívida do Estado, agora na sua fase final, reúne hoje o governador José Ivo Sartori e o ministro Chefe da Casa civil, Eliseu Padilha em Brasília. Padilha esteve na sexta-feira no Palácio Piratini, convidando o governador gaúcho para o encontro. Às 15h30min, ambos têm um encontro agendado com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. A negociação terá moldes semelhantes – mas não iguais – à realizada com o Rio de Janeiro: Contrapartidas e garantias, em troca da suspensão do pagamento das parcelas da dívida com a União por tres anos,e aporte de recursos de forma imediata para estancar a crise.

LAMACHIA ME DISSE QUE NÃO QUER SER MINISTRO DE TRIBUNAL SUPERIOR

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O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil,o advogado gaúcho Claudio Lamachia reiterou a tristeza do mundo jurídico com a perda do ministro do STF, Teori Zavascki, mas defendeu nesta sexta-feira que a nova relatoria do processo da Operação Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal seja definida o mais brevemente possível. Lamachia entende que o período entre a indicação de um novo ministro e o necessário estudo a fundo do processo seria prejudicial ao ambiente político-institucional que o Brasil atravessa. “A redistribuição imediata do processo, nos termos do artigo 68 do Regimento Interno do STF, é imperativo da grave conjuntura política que o país atravessa”, aponta.

A VAGA DE TEORI

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Ainda antes do falecimento do ministro Teori, o presidente nacional da OAB conversou com o colunista. Na ocasião, perguntado se aspirava a condução ao cargo de ministro de um dos tribunais superiores – Superior tribunal de Justiça ou Supremo Tribunal Federal – Lamachia foi incisivo: “no dia seguinte ao término do meu mandato na OAB, se quiser me encontrar,me procure no meu escritório de advocacia. É para lá que retornarei,porque meu desejo é o de continuar exercendo a advocacia”.

A DESPEDIDA DE TEORI ZAVASCKI

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Foi emocionante a despedida ao ministro Teori Zavascki,no entardecer de sábado, ao lado de familiares,amigos e convidados. Ao som dos clarins executados por militares do Regimento Osório, ocorreu o sepultamento, no cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre. Alexandre,um dos filhos do ministro, fez uma despedida emocionada, colocando sobre o caixão uma bandeira oficial do município de Faxinal dos Guedes.

NEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA: A VEZ DO RIO GRANDE DO SUL

PADILHA E SARTORI

O ministro da Casa Civil Eliseu Padilha,que chegou na sexta-feira a Porto alegre, trouxe uma boa notícia para o governador José Ivo Sartori, com quem conversou pela manhã no Palácio Piratini: a negociação da dívida gaúcha com a União começa nesta terça-feira. Perguntado se a União, ao exigir garantias para renegociar o contrato, poderia incluir a participação do governo gaúcho no Banrisul, Padilha foi claro: o governo, é claro, vai exigir contrapartidas, mas caberá ao governo gaúcho indicar as garantias necessárias.

A MORTE DO MINISTRO E AS ESPECULAÇÕES

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A morte do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, num acidente aéreo ontem, pegou de surpresa os mundos jurídico e político. Pela repercussão internacional que o caso ganhou, é natural que agora surjam até mesmo especulações sugerindo que o acidente está envolto em mistério, porque a partir da próxima semana, Teori Zavascki seria o protagonista na homologação das delações da Oderecht.

SUSPENSA A VINDA DE PADILHA

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O governador José Ivo Sartori informou ontem no final da tarde em conversa com o colunista, que aguardava para esta sexta-feira, o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, para um encontro no Palácio Piratini, a partir das 10h30min. Na pauta, estaria a questão da dívida gaúcha junto à União. Com o inesperado falecimento do ministro do STF Teori Zavascki ontem, e as providencias de ordem institucional que exigirão a presença de Eliseu Padilha em Brasília, é provável que o encontro de hoje seja suspenso.

AS NOVAS INFORMAÇÕES

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Ontem, o secretário da Segurança conversou com o colunista, durante um encontro no Palácio Piratini. Experiente, Schirmer demonstrou que “a ajuda das Forças Armadas seria tão somente para revistas nos presídios, sem qualquer aporte na gestão da segurança desses estabelecimentos. Fosse para assumir a gestão de estabelecimentos prisionais, e eu recomendaria ao governador que aceitasse imediatamente a ajuda do Exército”. O secretário mostrou dezenas de exemplos da ação efetiva da Superintendência dos Serviços Penitenciários, e da Brigada Militar, desenvolvida em presídios de todo o estado recolhendo aparelhos celulares, armas, drogas, e diversos objetos. Desta tarefa, insistiu o secretário, o aparato estadual pode dar conta. Convencido pelos argumentos do secretário, passo a concordar: ele está certo. A ajuda das Forças armadas, apenas para esta tarefa, é desnecessária.

SCHIRMER COORDENA AS TRATATIVAS DA REGIÃO SUL

 

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Cezar Schirmer confirmou ainda que passará a atuar como coordenador junto ao governo federal, das tratativas para o sistema prisional para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A divisão regional do diálogo para a busca de soluções para o problema do sistema prisional foi sugerida ao presidente Michel Temer, acabou adotando-a. Assim, se respeitam peculiaridades regionais na busca de soluções.

SARTORI E O COMPLETIVO DO MAGISTÉRIO

Ao todo, 31.614 matrículas com carga de 40 horas semanais serão atingidas pela medida.

 

Andou bem o governador José Ivo Sartori ao largar na frente e, antecipando-se ao movimento do sindicato dos professores, anunciar ontem, que o Estado irá atualizar o valor da parcela completiva nos mesmos 7,64% de correção previstos para o Piso Nacional do Magistério, fixado em R$ 2.298,80 a partir deste mês. O completivo atinge basicamente, professores com contratos de 20 horas semanais. Hoje, um professor com 40 horas semanais tem um salário médio de R$ 4.252,00 no Rio Grande do Sul.

ROMBO, OU ROUBO NOS FUNDOS DE PENSÃO?

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O governo federal trabalha com uma meta paralela que vem sendo cobrada, na gestão de órgãos estatais: além de gerar resultados administrativos das próprias empresas, os gestores precisam realizar ações para recuperar os rombos em fundos de aposentadoria deixados como herança dos governos Lula e Dilma. O rombo acumulado dos quatro principais fundos de pensão de estatais — Correios (Postalis), Petrobras (Petros), Caixa Econômica Federal (Funcef) e Banco do Brasil (Previ) — deve ter ultrapassado R$ 46 bilhões em 2015. A conta considera números preliminares dos balanços anuais a serem divulgados nos próximos meses e dados dos conselhos fiscais das entidades. O rombo de R$ 46 bilhões é o déficit atuarial, ou seja, se o fundo fosse obrigado a pagar hoje todos os benefícios atuais e futuros  aos funcionários dessas empresas e autarquias, esse seria o tamanho da fatura. O  curioso em tudo isso, é que a esse respeito, reina um pesado silêncio nas centrais sindicais, que em tese, deveriam defender os trabalhadores dessas empresas, cujos complementos de aposentadorias acham-se comprometidos.

FIERGS TRAZ BOA NOTÍCIA

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A Fiergs Federação das Industrias do Estado traz à coluna uma notícia positiva:   o Índice de Desempenho Industrial gaúcho voltou a crescer em novembro de 2016, o ultimo até aqui avaliado, na comparação com o mês anterior, depois do ajuste sazonal. A elevação chegou a 3,1%, a primeira após dois meses de queda e a maior taxa desde abril de 2013, quando foi de 4,4%. “Os resultados confirmam a tendência de estabilização da atividade observada nos últimos meses. Os sinais de leve melhora estão muito mais relacionados à base fraca de comparação do que a uma mudança no cenário econômico”, alerta o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.

A RENEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA E O ROMBO DO ORÇAMENTO

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O calculo da consultoria Tendências compara que os R$ 85,9 bilhões que custariam para a União a renegociação das dívidas deste grupo de estados, equivale a mais da metade do rombo de R$ 139 bilhões das contas do Governo Central previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias  deste ano. O orçamento  reúne Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social.

ESTADOS ENDIVIDADOS PODEM CUSTAR R$ 85,9 BI PARA A UNIÃO

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Um cálculo preliminar trazido ontem pela consultoria Tendências, mostra que a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal pelo grupo de estados mais endividados ,entre os quais figura o Rio Grande do Sul, poderá custar RS 89,9 bilhões ao Tesouro Nacional. A consultoria elaborou uma lista que  inclui o Rio de  Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, estados que já decretaram estado de calamidade financeira e são candidatos naturais ao RRF. Os números são grandiosos: nos próximos três anos, se fecharem o acordo, apenas estes estados deixariam de pagar para os cofres públicos, respectivamente, R$ 11,2 bilhões, R$ 7,4 bilhões e R$ 14,6 bilhões.  Para completar o montante, fazem parte da lista São Paulo, Goiás, Alagoas e Mato Grosso do Sul.

COMO FOI A VINDA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA AO ESTADO

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Foi a primeira viagem presidencial do ano, como destacou o próprio presidente Michel Temer ontem em Esteio. Ele fez questão que fosse ao Rio Grande do Sul, onde deixou claro que está satisfeito com os seus ministros gaúchos: Ronaldo Nogueira, do Trabalho, Osmar Terra, do Desenvolvimento Social e Agrário, e Eliseu Padilha, da Casa Civil. Fez anúncios importantes: além das 61 ambulâncias, mencionou recursos para as Santas Casas, verbas para a construção de dois presídios, e a confirmação de que o Estado ganhará uma das penitenciárias federais. Falta apenas definir com o governador Sartori,o local. Para os municípios de Riozinho e Rolante, que ele sobrevoou de helicóptero, autorizou a liberação de recursos através do Ministério da Integração Regional.

Referência a Padilha

Sobre Eliseu Padilha, o presidente dedicou um espaço especial, lembrando a longa trajetória de ambos caminhando juntos em diversas missões. Temer considera a presença do ministro gaúcho ao seu lado como importante para o seu governo.

Homenagem a Odacir Klein

Durante seu pronunciamento, o presidente Michel Temer avistou na plateia o ex-deputado federal Odacir Klein – quatro legislaturas – e fez uma breve pausa para saudá-lo. Klein atualmente dirige o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento Econômico).

Popularidade e impopularidade

O governador José Ivo Sartori foi enfático ontem ao afirmar ao presidente da república, que está alinhado em favor das reformas estruturais que o país precisa. Segundo Satori, “aqui, com apoio dos deputados estaduais, o Rio Grande vem fazendo a sua parte”, referindo-se às contrapartidas para que seja possível renegociar a dívida com a União. Sartori incentivou o presidente Temer a ir em frente nas reformas, em especial a reforma da Previdência, sugerindo que ele “não se preocupe com popularidade ou impopularidade”.

A previdência em Portugal

Convicto de que a reforma da previdência é necessária, e será aprovada pelo Congresso Nacional, o presidente Temer lembrou que à tarde rumaria para Portugal para participar das cerimônias de sepultamento do ex-presidente Mario Soares. E recordou que Portugal fez a reforma da previdência, implantando a idade mínima de 66 anos para aposentadoria, e corte de 40% nos vencimentos dos aposentados, e dos servidores públicos.

Impeachment de Sartori

O que mais preocupa a alguns dos lideres da base de apoio do governador Sartori em relação ao próximo presidente do legislativo, é um só: A liberação para que os pedidos de impeachment do governador, passem a tramitar normalmente. Até agora, a presidente da Casa, deputada Silvana Covatti (PP) tem segurado estas propostas.

PORTO ALEGRE NÃO TERÁ DINHEIRO PÚBLICO NO CARNAVAL

O anúncio preliminar,é do prefeito da capital gaúcha. Nelson Marchezan Junior (PSDB) analisou as contas da cidade, e afirmou que não terá como liberar os R$ 7 milhões previstos para a associação que organiza o carnaval de Porto alegre. O raciocínio de Marchezan é simples: se não há dinheiro para pagar todas as contas, não é lógico o município jogar a fundo perdido, R$ 7 milhões num evento que não é prioridade para a maioria dos porto-alegrenses.

Precedentes dão razão ao prefeito

Provavelmente o prefeito da capital gaúcha deve ter observado exemplos semelhantes aplicados no estado, e que redundaram em apoio total das comunidades. Foi o caso do prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo que cortou as verbas para o carnaval, preferindo aplicá-las na instalação de aparelhos de ar condicionado nas escolas da cidade. O resultado veio nas urnas: Azevedo, por esta e outras medidas foi reeleito com mais de 70% dos votos. O outro caso vem de Pelotas onde Eduardo Leite cortou as verbas para o carnaval e remanejou os recursos para a saúde e educação. Nas últimas eleições Leite não quis concorrer à reeleição, me apoiou sua vice-prefeita Paula Mascarenhas,que elegeu-se para a prefeitura no primeiro turno.

Minoria fundamentalista

O presidente da República Michel Temer, que vem ao Rio Grande do Sul nesta segunda-feira para a entrega de ambulâncias, inegavelmente vem colhendo êxitos na proposta de várias reformas impopulares encaminhadas ao Congresso. As medidas vinham sendo adiadas há pelo menos dez anos,e vão desde a renegociação das dívidas com os estados,até a fixação de teto de gastos nos orçamentos dos poderes. Porém, ainda assim, o presidente da República recebe de forma reiterada, dura crítica de uma minoria fundamentalista que não perdoa o fim do aparelhamento do estado, e o término do financiamento de atividades violentas de intimidação da população. Algo que aqueles que conhecem os mecanismos ideológicos de dominação identificam como estratégias de “amansamento” do povo até que se chegue à “paz dos cemitérios” visível em “democracias” como Cuba e Coréia do Norte,por exemplo. A esses movimentos, fortemente ativos nas redes sociais, ou mesmo em determinadas manifestações supostamente em defesa da “liberdade e da democracia” movidas a destruição do patrimônio público e privado, pedras, coquetéis Molotov e estilingues de bolas de gude, Temer não deve se intimidar. A saída para Temer tornar-se simpático a estes grupos e ser idolatrado por estes zumbis ideológicos, seria simples: vestir uma camisa de Che Guevara, ou usar um chapéu vermelho que os identificasse com estas hordas. Mas provavelmente Michel Temer saiba que, usando este artifício, talvez até conquistasse esses grupos celerados minoritários, mas perderia de vez a maioria silenciosa da população brasileira.

05/01/2017 Carrossel de Informações

Volta ao debate o acordo para o comando da Assembléia

Arte expressiva da base aliada do governo Sartori está convicta de que está mesmo na hora de rever o acordo que prevê o rodízio no comando do legislativo. O acordo firmado no início da atual legislatura prevê que o PT indicará o presidente eu assume este ano. O nome seria Edegar Pretto. O grupo eu defende a mudança no acordo, entende que estaria na ora do PTB retornar ao comando do legislativo, no lugar do PT. No próximo ano, o comando caberia ao PDT, que já indicou o deputado Marlon Santos.

Problema é gestão

O caos que perdura na área penitenciária do estado nos últimos anos, não é consequência apenas da redução dos recursos humanos e materiais disponíveis. Polícia civil e Brigada Militar, aplicando medidas de gestão, têm conseguido desempenhos positivos. Agora, decorridos mais de dois anos do atual governo, os responsáveis pela área da segurança parecem desconfiar que o problema da Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários) é um só: falta de gestão. Há quem entenda que, mesmo respeitando o estilo do atual governo, não seria prudente esperar por algo parecido com o que ocorreu em Manaus, para a adoção das mudanças.

Recursos anunciados

Mesmo com uma gestão deficiente, o setor penitenciário está recebendo do governo federal, R$ 65 milhões para a construção de unidades prisionais. Os recursos têm origem no Plano Nacional de Segurança Pública. Entre outros investimentos, o dinheiro será aplicado na construção de dois presídios.Pelos planos do governo do estado,as cadeias serão erguidas em Rio Grande, e em São Leopoldo, no Vale do Sinos gerando mais 600 vagas.

O Plano Nacional

Esta medida faz parte do Plano Nacional de Segurança lançado pelo governo federal com foco na redução de homicídios, feminicídios e violência contra a mulher, modernização do sistema penitenciário, e combate ao crime organizado internacional (tráfico de armas e drogas) Estas ações vão priorizar Porto Alegre,, Natal (RN) e Aracaju (SE).

Dançando com as Farc

Um retrato da realidade quanto à credibilidade de alguns organismos internacionais que costumam ditar regras de comportamento a outros países: a imagem que correu o mundo, dos quatro observadores da NU na Colombia, dançando com guerrilheiros e guerrilheiras das Farc, a organização do narcotráfico colombiana.