Obra da tubulação de esgoto até Tramandaí cumpre exigências legais e ambientais. Quem afirma, é o Ministério Publico Federal

A polêmica em torno da construção de uma tubulação que levará efluentes desde a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) II, em Xangri-Lá, até o ponto de descarte final da rede, na bacia do Rio Tramandaí teve um novo capitulo quarta-feira (04) . O representante do Ministério Público Federal, segundo participantes do encontro, admitiu que, a partir das licenças existentes, não há qualquer base legal para parar a obra. O Ministério Público Federal reuniu prefeitos de cinco municípios, e representantes do Ministério Público Estadual, da Defensoria Pública, da Corsan e da Fepam, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental para analisar os documentos que garantem a viabilidade da obra.

A Corsan assegura que vai tratar 100% do esgoto, garantindo 95% de eficiência.

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