“O passado que não passa” é tema do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo lançado na Cidade da Advocacia

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Cerimônia reforça o papel da imprensa na preservação da memória, na defesa da
democracia e dos direitos fundamentais

A manhã desta quinta-feira (07) foi marcada por um momento de reconhecimento,
diálogo e reafirmação de compromissos na Cidade da Advocacia. No palco Multipalco
Liberdade, a OAB/RS promoveu um café da manhã especial com advogados, jornalistas e
profissionais da imprensa para o lançamento da 42ª edição do Prêmio Direitos Humanos de
Jornalismo.
Com o tema “O passado que não passa”, a edição deste ano convida à reflexão sobre
a importância de manter viva a memória histórica como ferramenta essencial na defesa da
democracia e dos direitos fundamentais.
Representando o presidente da OAB/RS, Leonardo Lamachia, a vice-presidente da
instituição, Claridê Chitolina Taffarel, lembrou a importância da Comissão de Direitos
Humanos no trabalho institucional da entidade. “A Comissão de Direitos Humanos é a alma
da OAB. É a comissão a partir da qual todas as outras se espelham e seguem. Não teríamos
OAB sem ela.”
Claridê reforçou ainda o compromisso inegociável da Ordem com os direitos
fundamentais. “Este prêmio representa esse espírito da nossa instituição. Que sejamos
todos e todas defensores incondicionais dos direitos humanos, pois eles são o  início e o fim
de qualquer direito que tenhamos na ordem legal desse país.”
O advogado e conselheiro seccional Roque Reckziegel, coordenador da Comissão de
Direitos Humanos Sobral Pinto da OAB/RS, destacou a longevidade e a relevância da
premiação. “Essa é a quarta vez que nos reunimos em um café da manhã para divulgar esse
prêmio, que nasceu há 42 anos. É o mais longevo prêmio de imprensa do Rio Grande do Sul
e, quem sabe, do Brasil”.

Para o presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, Jair Krischke, o
Prêmio se consolidou como uma referência dentro e fora do Brasil. “Hoje é um prêmio
nacional, mas também chegamos ao Cone Sul. Premiados jornalistas argentinos, uruguaios…
É um prêmio respeitadíssimo — os jornalistas o chamam de ‘nosso Oscar’. É um troféu
disputado, porque reconhecem que é uma premiação séria.”
A presidente da Caixa de Assistência dos Advogados (CAARS), Neusa Bastos, também
esteve presente no encontro e destacou o valor histórico da premiação. “Esse é o prêmio
que está escrevendo a nossa história. Com certeza, os nossos queridos jornalistas vão ter
muita inspiração para se inscreverem entre os dias 1º e 25 de outubro”, informou.
A cerimônia de premiação será realizada no dia 10 de dezembro, às 19h. As
inscrições podem ser realizadas de 1º a 25 de outubro nas categorias: Impresso, Fotografia,
Áudio (Rádio e Podcast), Televisão, Jornalismo Online, Crônica, Documentário, Grande
Reportagem (livro), Multimídia e Acadêmico. Mais informações no e-mail
mjdhbr@gmail.com ou no site direitoshumanosbr.org.br.

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