MULHER DE TOFFOLI ERA VISADA PELA RECEITA

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, pode ter agido em benefício próprio quando determinou, que processos baseados em dados sigilosos do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e da Receita Federal obtidos sem autorização prévia da Justiça seriam suspensos. Informações obtidas pela revista Crusoé apontam que Tofolli já estava tentando pausar esse tipo de investigação após a Receita começar a buscar dados sobre o escritório da mulher, a advogada Roberta Maria Rangel.

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