
Na ocasião, os investigadores chegaram à Civitas Rio com informações sobre o modelo do carro e o trajeto descrito pela vítima. A partir dos dados, operadores buscaram pelo sistema, especialmente nos radares instalados ao longo da rota indicada, para identificar a placa do automóvel.
Com a identificação, as imagens foram analisadas para confirmar a correspondência da placa e permitir a reconstrução do percurso realizado. A equipe da Civitas mapeou o deslocamento do suspeito pela região, produzindo um relatório técnico com o histórico de circulação que comprovou a presença dele no local do crime.
SITUAÇÃO LEGAL
A autoridade policial solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi cumprida pelos agentes. Ele responderá pelo crime de estupro de vulnerável, classificação adotada devido à impossibilidade de resistência ou discernimento da vítima no momento do ato, agravada por sua condição de saúde.
CONFIRA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
– Abuso de Vulnerabilidade: um motorista de aplicativo foi preso suspeito de estuprar uma mulher de 28 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Barra da Tijuca. No momento do crime, a vítima estava em crise e utilizava o cordão de identificação de sua condição neurológica quando aceitou uma carona para o hospital, mas o trajeto foi desviado para a Praia da Reserva;
– Denúncia e Provas: após o crime, a jovem buscou ajuda médica e registrou o boletim de ocorrência. A Polícia Civil confirmou a violência sexual por meio de perícia técnica, o que permitiu a identificação e a solicitação da prisão preventiva do suspeito;
– Enquadramento Jurídico: o homem responderá por estupro de vulnerável, já que a condição de saúde da vítima e seu estado de crise no momento do ato impossibilitavam qualquer resistência ou discernimento. O mandado de prisão preventiva já foi cumprido pelos agentes da PC/RJ.
