Marido da apresentadora Bela Gil se declara “Preto” mas não consegue se eleger pelo PSOL em São Paulo. Presidente da Fundação Palmares diz que “A esquerda rouba tudo, até a cor da pele!”

 

Não deu certo a estratégia do empresário João Paulo Demasi, marido da apresentadora de TV Bela Gil, que se declarou  preto para concorrer a uma vaga de vereador em São Paulo pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).
O “negão” JP Demasi não conseguiu convencer aos paulistas para conseguir uma vaga na Câmara de Vereadores, e após a apuração, conquistou 1.013 votos, ficando em 531° lugar. Nenhuma entidade dos movimentos negros, quase todas controladas pela esquerda,se manifestaram.
JP, como é conhecido, afirma que se sente um negro. À Folha de S. Paulo, declarou:
-“Não é meu nariz, minha boca, meu cabelo que me identificam. Isso tem que mudar até pela educação. A identidade é uma percepção minha, não sua. Minha mãe é negra baiana. Eu era o menino preto numa escola de brancos. Eu sofri. Vi minha mãe chorar e chorei pela minha mãe. Ouço ‘só podia ser preto’ desde os 12 anos. Me identifico preto desde criança”.

O jornalista Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares foi o único dirigente de entidade a criticar a cara de pau de JP Demasi:

“Surge mais um preto fake na esquerda. David Miranda (branco) ao menos se esforça para parecer preto. Este sujeito aqui nem se dá ao trabalho. O oportunismo racial dele é um insulto aos negros, que precisam lhe negar o voto. Não importa como “se percebe”, será sempre um BRANCO!
Esse preto de Taubaté, marido da Bela Gil e candidato a vereador em São Paulo, insulta também os brancos ao renegar a própria cor, como se ela fosse um demérito.
A esquerda rouba tudo, até a cor da pele!

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