JUSTIÇA ELEITORAL GAÚCHA PRESERVADA DOS CORTES DO TSE

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É bom recordar: o presidente do Tribunal Regional Eleitoral,o desembargador Carlos Cini Marchionatti, conseguiu reduzir a praticamente zero o iminente prejuízo que ocorreria na sua jurisdição, em decorrência da aplicação integral da Resolução 23.512/2017, do Tribunal Superior Eleitoral, e demais atos dela decorrentes, que alteraram os requisitos de instalação de zonas eleitorais em todo o país. Persistente, o presidente do TRE gaúcho muniu-se de estudos robustos, realizou diversos encontros com autoridades do Poder Judiciário e parlamentares da Câmara e do Senado Federal para apresentar esses dados e levou ao então presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, as razões que justificavam a suspensão de algumas medidas que eliminariam zonas eleitorais importantes no território gaúcho. Segundo Marchionatti, em relação às zonas eleitorais, “a maioria significativamente expressiva está preservada” e foram resolvidas as “situações mais cruciantes”, nos municípios de Mostardas, Taquari e Triunfo. A medida assegurou maior tranquilidade para as eleições deste ano. O desembargador, no entanto, não presidirá estas eleições. Por força do seu mandato no TRE expirar, ele transmite a presidência do Tribunal em agosto ao vice-presidente, desembargador Jorge Luís Dall’Agnol.

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