O senador Hamilton Mourão (Republicanos) em analise na tribuna do Senado Federal, denunciou que “perseguem-se homens de honra, que dedicaram sua vida ao serviço da Pátria, ao mesmo tempo em que corruptos são aquinhoados com o perdão das suas dividas, e a bandidagem que massacra a nossa população,está livre nas ruas”.
Para o senador, “lamentavelmente nosso pais vive uma situação de não normalidade. E se as pessoas responsáveis e sérias não se reunirem para avaliar, diagnosticar e denunciar o que está acontecendo, não tenho a mínima duvida de que nós estamos nos encaminhando para a implantação de um regime autoritário de fato no pais”.

Ele disse que “o que se vislumbra com essa onda de prisões e apreensões é a intenção de caracterizar a manifestações da população, como fruto de uma conspiração golpista, desqualificando portanto,toda e qualquer forma de protesto contra o estado de coisas que até 2016 tinha se instalado no Brasil sob a tutela da corrupção, e hoje lamentavelmente, sob o arbítrio da nossa Suprema Corte”.
Hamilton Mourão lembra que “desde os recursos sobre o resultado das eleições, cabíveis na forma da lei, até as manifestações incluindo propositadamente outras apurações como cartão de vacina,o 8 de janeiro, etecetera, tudo está sendo misturado para alcançar indistintamente opositores políticos, inclusive o pricipal partido de oposição. As medidas persecutórias variam condorme a circunstância: cassando uns, prendendo outros, mas não escondem o seu objetivo final,a supressão da oposição politica no país”.
Hamilton Mourão lembra que “desde os recursos sobre o resultado das eleições, cabíveis na forma da lei, até as manifestações incluindo propositadamente outras apurações como cartão de vacina,o 8 de janeiro, etecetera, tudo está sendo misturado para alcançar indistintamente opositores políticos, inclusive o pricipal partido de oposição. As medidas persecutórias variam condorme a circunstância: cassando uns, prendendo outros, mas não escondem o seu objetivo final,a supressão da oposição politica no país”.
Mourão diz que “não vivemos em regimes totalitários, mas estamos caminhando para isso”.
O Senador, que é general de Exército da reserva, advertiu que “não vivemos na Russia, não vivemos na China Comunista, não vivemos em regimes totálitarios, mas estamos caminhando para isso. No caso das Forças Armadas, os seus comandantes não podem se omitir perante a condução arbitrária de processos ilegais que atingem seus integrantes, ao largo da Justiça Militar. Existem oficiais da ativa sendo atigidos por supostos delitos,inclusive oficiais generais. Não há o que justifique a omissão da Justiça Militar. Nem Hitler ousou isso no começo de sua ascensão ao poder, limpando a área naquele que ficou conhecido como o Caso Fritsch, que foi a demissão do então chefe do estado-maior do exército alemão.”
Hamilton Mourão conclamou “a todos para que possamos por meio de palestras, artigos, e nas redes sociais, mobilizar a sociedade,e cobrar de forma pacífica, e dentro da lei , esses arbítrios que o STF vem cometendo. Na verdade, lamentavelmente, a Suprema Corte se torna instrumento dessas oligarquias regionais, que querem subjugar o país ao seu jogo de corrupção e no qual o Partido dos Trabalhadores, com todo o seu histrionismo, não passa de uma fachada, para que os verdadeiros donos do poder façam o que querem e bem entendem”. Ele advertiu para o atual cenário:
Hamilton Mourão conclamou “a todos para que possamos por meio de palestras, artigos, e nas redes sociais, mobilizar a sociedade,e cobrar de forma pacífica, e dentro da lei , esses arbítrios que o STF vem cometendo. Na verdade, lamentavelmente, a Suprema Corte se torna instrumento dessas oligarquias regionais, que querem subjugar o país ao seu jogo de corrupção e no qual o Partido dos Trabalhadores, com todo o seu histrionismo, não passa de uma fachada, para que os verdadeiros donos do poder façam o que querem e bem entendem”. Ele advertiu para o atual cenário:
– É extremamente preocupante, uma vez que a mera observação da precipitação dos acontecimentos cada mais traumáticos indicam a possibilidade lamentável de um confronto de gravissimas consequencias.”
