Um parecer médico-legal solicitado pela família apontou uma sequência de possíveis falhas no acompanhamento após a operação, incluindo a liberação do paciente em menos de 24 horas e o monitoramento remoto do quadro clínico por meio de mensagens. De acordo com o documento, sinais considerados preocupantes teriam sido relatados por profissionais de saúde, mas não receberam a devida atenção, o que contribuiu para a piora do estado de saúde e para a necessidade de procedimentos emergenciais.
Outro ponto que gerou questionamentos foi o transporte do corpo por aeronave particular até Santa Catarina no mesmo dia do falecimento, medida que, segundo os familiares, dificultou a realização imediata de exames periciais no local. O caso permanece em investigação, e a defesa avalia a possibilidade de responsabilização criminal, enquanto ainda não há conclusão definitiva sobre as causas e responsabilidades envolvidas.
