Ao lado do preidente nacional do PDT Carlos Lupi, Pré-candidata ao Piratini, Juliana Brizola, critica governo Eduardo Leite: “um descalabro na educação”

 

Em discurso no qual prometeu diálogo para atrair todas as forças  políticas que quiserem sentar à mesa para o diálogo, a ex-deputada Juliana Brizola foi apresentada como pré-candidata ao governo do Estado pelo PDT em 2026. Ela espera liderar uma Frente pluripardária com o PT, PSB, PCdoB, PSOL, PV e Rede.

Ao lado dos presidentes nacional e estadual do PDT, Carlos Lupi e Romildo Bolzan Junior, Juliana Brizola criticou o governo Eduardo Leite (PSD), afirmando que a educação do Estado “está um descalabro”. Ao PT, mandou um recado para que deixem a vaidade de lado “para ganhar a eleição contra a extrema-direita”.

O PDT integra a base política do governo Eduardo Leite, onde possui dois secretários. Na convenção, porém, não apareceu nenhum secretário. Dos quatro deputados estaduais, compareceram Luiz Marenco e Gerson Burmann,  e o federal  Pompeo de Mattos.

 

No domingo, a morte da avó de Juliana Brizola, Dóris Daudt

O PDT de Porto Alegre emitiu nota para informar a morte, ontem (16), da avó de Juliana, Doris Hartz Daudt, 99 anos, mulher de Alfredo Ribeiro Daudt, um dos militares que impediu que levantassem voo da Base Aérea de Canoas os aviões da FAB que iriam bombardear o Palácio Piratini, tudo durante o episódio da Legalidade, 1961. Há algumas semanas, Juliana Brizola esteve no centro  de uma polêmica causada pelo seu indiciamento pela Polícia Civil, por suposta apropriação de dinheiro da avó. A investigação identificou empréstimos consignados de R$ 420 mil e R$ 100 mil, supostamente realizados no nome da idosa, e a conta bancária negativa em R$ 44 mil, apesar de Dóris Daudt ter recebido uma indenização de R$ 1,8 milhão e uma pensão mensal de R$ 25 mil.

Após a notícia do indiciamento pela Polícia, Juliana Brizola disse em nota, que “Dedico amor e cuidado à minha avó Dóris Daudt a vida toda. Há 20 anos, sou responsável por todo seu suporte. “

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