Advogada de facções pede que Alexandre de Moraes proíba operações da PMSC em favelas sem câmeras corporais

A advogada criminalista Flávia Pinheiro Fróes, presidente do Instituto Anjos da Liberdade, protocolou pedido no Supremo Tribunal Federal para que as regras da ADPF 635 sejam estendidas à Polícia Militar de Santa Catarina, exigindo que operações e patrulhamentos táticos ocorram apenas com câmeras corporais ligadas de forma integral e ininterrupta.

Na chamada ADPF das Favelas, o STF determinou:

  • Operações policiais só podem ocorrer em situações excepcionais
  • O Ministério Público deve ser comunicado previamente
  • Devem ser preservadas escolas, creches e unidades de saúde
  • Uso obrigatório de câmeras corporais nas fardas, conforme implementação do Estado
  • Ambulâncias devem ser acionadas imediatamente em caso de feridos
  • A cena do crime deve ser preservada para perícia

O STF também determinou que o Estado do Rio de Janeiro apresente planos de redução da letalidade policial e maior controle das ações.

O requerimento apresentado por Fróes vai além da simples adoção do equipamento. Ele pede que qualquer ação policial realizada sem gravação contínua seja considerada nula e passível de responsabilização funcional. Na prática, a ausência de imagem poderia comprometer prisões, autos de apreensão e confrontos registrados oficialmente.

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