A CRISE CHEGA AO 13% NOS MUNICÍPIOS

Paulo-Ziulkoski

O presidente da CNM (Confederação Nacional dos Municipios) Paulo Ziulkoski liberou ontem um estudo que dimensiona o tamanho da crise da União,Estados,e municípios: o pagamento do 13º salário deve sofrer atraso para parte do funcionalismo municipal do Rio Grande do Sul neste ano. Os dados da Confederação Nacional dos Municípios sinalizam que, 4,3% das prefeituras que realizam o pagamento do 13.o salário em parcela única, até 20 de dezembro, informaram que terão dificuldades para pagar o beneficio em dia. Comparando com 2016, o atraso no pagamento do 13.o salario apontou 2,1%. A CNM estima que 13º dos mais de 305 mil servidores municipais gaúchos seja responsável pela injeção de R$ 1,4 bilhão na economia.

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