Bolsonaro sugere que aumento de ajuda a desempregados saia do salário de parlamentares

Com a confirmação de que o governo federal vai reduzir o valor do auxílio emergencial de R$ 600 para desempregados e autônomos para garantir mais duas parcelas da ajuda, o presidente Jair Bolsonaro disse que só vai autorizar que o programa seja pago no valor original caso deputados e senadores reduzam o próprio salário para custear o benefício.

 

A tendência é de que as duas parcelas adicionais sejam no valor de R$ 300. De acordo com o chefe do Executivo, a redução é necessária para evitar o endividamento do país. “Cada parcela é um pouco mais de R$ 40 bilhões (de impacto para os cofres públicos). Não tem possibilidade de a nossa dívida continuar crescendo dessa maneira. Então a ideia da equipe econômica, e minha também, é mais duas parcelas, talvez de R$ 300”, comentou Bolsonaro nesta terça-feira (9/6), durante entrevista a jornalistas na frente do Palácio da Alvorada.

Governo gaucho inicia pagamento da folha de maio

A Secretaria da Fazenda inicia, nesta quarta-feira (10/6), o pagamento dos salários referentes à folha de maio do Poder Executivo. O primeiro depósito será para o grupo de servidores que recebem líquido até R$ 1,5 mil, o que representa 23% dos vínculos.

O restante dos pagamentos será no sistema de parcelas a todos os servidores que recebem acima de R$ 1,5 mil. O depósito da primeira parcela será na próxima sexta-feira (12), no valor de R$ 1,5 mil.

O próximo pagamento está previsto, caso a arrecadação estimada se confirme, para o dia 30 de junho no valor de R$ 700. Nesse dia, o Tesouro do Estado quita a folha para quem recebe líquido até R$ 2,2 mil (44% dos vínculos) e garante que os todos os servidores tenham o mesmo valor depositado em suas contas.