PROTAGONISTAS

O protagonismo por enquanto,fica por conta dos movimentos dos pré-candidatos José Ivo Sartori (PMDB), Eduardo Leite (PSDB), Luiz Carlos Heinze (PP), Jairo Jorge (PDT) e Miguel Rosseto (PT). Eduardo Leite saiu na frente e formou uma aliança com o PTB, preenchendo a vaga de vice com o ex-chefe de Polícia, Ranolfo Vieira Junior.

ASSÉDIO AO PSB

O PSB sofre um forte assédio do PMDB, PSDB,PP e PDT. A dificuldade está no próprio PSB que ainda precisa fazer uma difícil escolha interna para a candidatura ao Senado onde provavelmente,entre Beto Albuquerque e José Fortunati, este será sacrificado. Para lançar os dois candidatos ao Senado,o partido precisaria apresentar candidatura própria – tese defendida por Hermes Zanetti – ou aliar-se a Eduardo Leite (PSDB) ou Jairo Jorge(PDT) cujos partidos ainda mantém abertas as duas vagas.

MAIS UMA DO “BOCHECHA”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, conhecido no Rio como “bochecha”, agora pensa em produzir mais uma jogada de mero efeito eleitoral, ao autorizar a criação de uma comissão especial para debater a proposta de reforma tributária. A proposta não passa de um factóide, quando faltam apenas seis meses para o fim do governo. Com o calendário eleitoral já valendo, fica difícil apostar que algo poderá avançar na Câmara, num tema tão complexo.

CRISTÓVAM DEFENDE PEDRO PARENTE

Independente nas suas posições,o senador Cristóvam Buarque (PPS-DF) avalia que Pedro Parente foi alvo da demagogia que anda rondando a economia do País. “Ele errou no reajuste diário. Mas caiu porque não respira o ar da demagogia com que desejam contaminar outra vez a economia. Não se constrói justiça social sobre economia ineficiente. Se manipulação do preço de estatal fizesse justiça social, os venezuelanos não estariam fugindo”, diz Cristovam.

FLAVIO ROCHA DEFENDE PRIVATIZAR 160 ESTATAIS

Pré-candidato do PRB à presidência da República, o empresário Flavio Rocha (Lojas Riachuelo) disse à revista Isto É desta semana, que defende a privatização das 160 estatais brasileiras, incluindo a Petrobrás, e diz que o usuários dos serviços públicos devem ser tratados como consumidores. Segundo ele, com a privatização, a tendência é corrupção no governo diminuir sensivelmente. “O desinfetante natural contra a corrupção é a ação do livre mercado”.