Manuela falta a encontro e aumenta especulação de que vai desistir

Oito pré-candidatos à presidência participam do maior encontro nacional dos prefeitos em Brasília. No entanto, apesar de ter confirmado presença na XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a pré-candidata à presidência da República pelo Partido Comunista do Brasil, Manuela d’Ávila, não compareceu ao evento. O presidente da CNM manteve vazia a cadeira de Manuela,lamentando o ocorrido. Os pré-candidatos Alvaro Dias (Podemos),Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) compareceram ao encontro com milhares de prefeitos brasileiros.

Ziulkoski fala sobre a carta-compromisso a candidatos

Na entrevista coletiva de imprensa aos veiculos que fazerm a cobertura da 21a. Marcha dos Prefeitos,o presidente da Confederação Nacional dos Mjnicipios, Paulo Ziulkoski comentou ontem em Brasilia a postura da entidade em relação à carta-compromisso entregue aos pré-candidatos à presidência da República. Segundo Ziulkoski, “Isso vai depender da postura de quem for eleito. Se ele, sabendo desse compromisso, começar a executar o que foi subscrito nesta Marcha, ao natural vai construir a forma dessa relação”, explicou.

Em decisão monocrática, TJ dá aula de direito administrativo

Em decisão monocrática,o Tribunal de Justiça do Estado restabeleceu os limites do Tribunal de Contas do Estado em temas como a lei que extinguiu 13 fundações gaúchas. Em decisão de 13 laudas, o desembargador Luiz Felipe Silveira Difini concedeu o mandado de segurança requerido pela Procuradoria Geral do Estado e foi didático ao explicar que ” nesse sentido, pode (e deve) o TCE fiscalizar o cumprimento da lei, o que é diverso de afastar a aplicação de dispositivo legal, que cumpriu o correspondente processo legislativo. Isso porque não está dentre as funções do TCE o afastamento de lei estadual por entendê-la contrária a princípios esculpidos na Constituição Estadual.”

Bolsonaro: MST e MTST serão tratados a chumbo

Em evento ontem na Associação Comercial do Rio de Janeiro, o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro , descreveu como irá grupos como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto): “esses movimentos são compostos por “marginais que devem ser tratados como terroristas”. “A propriedade privada é sagrada. Temos que tipificar como terroristas as ações desses marginais. Invadiu? É chumbo”.