MINISTÉRIO DA SAÚDE QUER ECONOMIZAR R$ 750 MILHÕES EM COMPRAS PARA FARMÁCIA POPULAR

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A notícia vinda do gabinete do Ministro da Saúde, Ricardo Barros é positiva: foi iniciada uma rodada de negociações com a indústria farmacêutica e o setor de drogarias para ampliar o acesso aos medicamentos do Farmácia Popular. A pasta observou que, em média, os valores pagos pela pasta pelos produtos de asma, hipertensão e diabetes estão 30% acima dos praticados pelo mercado. A estimativa é que, quando adequados, seriam economizados R$ 750 milhões. Assim, o custo do programa passaria de R$ 2,6 bilhões para R$ 1,85 bilhão atendendo o mesmo número de brasileiros. Em exemplo: a insulina. De forma centralizada, o valor de aquisição pela pasta, incluindo o custo da insulina NPH, a transferência de tecnologia, os impostos e a logística, sai por R$ 10. No Farmácia Popular, o desembolso do Ministério da Saúde é de R$ 27,50, um recurso suficiente para mais que dobrar a oferta de insulinas. O objetivo é sensibilizar os parceiros para diminuir essa diferença de custo.

ASSEMBLÉIA PODE RETOMAR VOTAÇÃO DE PROJETOS IMPORTANTES

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A Assembléia Legislativa gaúcha poderá romper esta semana um prolongado ciclo, no qual tem deixado de votar projetos importantes para o estado. Um exemplo disso, está na dificuldade dos deputados em enfrentarem a votação do projeto que acaba com a cedência paga de lideranças sindicais. Hoje, os 300 sindicalistas cedidos pelo governo do estado para sindicatos públicos, têm seus vencimentos pagos pelo executivo, o que custa para os contribuintes, um valor estimado em R$ 40 milhões por ano .

ADEUS AO “PICOLÉ DE XUXU”.

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Ao reagir às críticas do deputado federal Major Olímpio durante um ato de entrega de viaturas para a polícia militar, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) abandonou seu estilo conciliador, que lhe valeu o apelido de “picolé de xuxu”. Rebateu o deputado, acusando-o de “receber 50 mil reais por mês. Quem aqui ganha 50 mil por aqui?”. A pergunta do governador rendeu uma vaia da plateia ao deputado, que é policial militar aposentado e acumula seus vencimentos com o subsídio parlamentar.

“PASSANDO BALA” OU “FUZILANDO”?

Jair Bolsonaro esteve ontem no Rio Grande do Sul,em visita relâmpago. Foto Divulgação/Câmara dos Deputados
Jair Bolsonaro esteve ontem no Rio Grande do Sul,em visita relâmpago. Foto Divulgação/Câmara dos Deputados

O deputado federal Jair Bolsonaro (PEN) reagiu aos autores da exposição Queermuseu, que produziu na capital gaúcha em evento de apologia à zoofilia e à pedofilia, afirmando que ”tem que fuzilar essa gente má”. Usou uma figura de expressão,tal como o jornalista Leandro Brixius, editor do jornal gaúcho Zero Hora, que sugeriu “passar bala” nos seguidores do MBL que se posicionaram contra a mesma exposição.

ACUSAÇÃO A TEMER CONTRARIA A CONSTITUIÇÃO?

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Alinhando-se a uma corrente de juristas que não vê fundamentação adequada na mais recente denúncia oferecida pelo quase ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot contra o presidente da República Michel Temer, o jornal Estado de S. Paulo em editorial no final de semana explicita a tese: “…a maior parte do que vai exposto nas 245 páginas da denúncia diz respeito a fatos ocorridos antes que Michel Temer se tornasse presidente da República. Ou seja, não poderiam estar ali, pois Temer só pode ser processado por crimes supostamente cometidos no exercício do seu mandato, conforme se lê no parágrafo 4º do artigo 86 da Constituição”.

O Blog de Flavio Pereira